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	<title>Princesa News.Com &#187; Colunas</title>
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	<description>Para quem quer ficar informado.</description>
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		<title>Cuba culpa &#8216;contrarrevolucionários necrófilos&#8217; por rumores de morte de Fidel</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 14:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ BBC Brasil Site diz que jovem de 20 anos deu início aos boatos e ajudou a fazer da hashtag #FidelCastro um 'trending topic' no Twitter selo A m]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>BBC Brasil</p>
<p>Site diz que jovem de 20 anos deu início aos boatos e ajudou a fazer da hashtag #FidelCastro um &#8216;trending topic&#8217; no Twitter
<p><span><small>selo</small></span></p>
<p>A m</p>
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		<title>Gêmeos siameses nascem na Ilha de Marajó, no Pará</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 00:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Wilson Lima, iG Maranhão A equipe médica que atende as crianças fala que é “prematuro” se falar em cirurgia de separação nesse momento Uma senhora de 23 anos deu luz a g]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Wilson Lima, iG Maranhão</p>
<p>A equipe médica que atende as crianças fala que é “prematuro” se falar em cirurgia de separação nesse momento
<p>Uma senhora de 23 anos deu luz a g</p>
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		<title>Intelectual britânico Christopher Hitchens morre aos 62 anos</title>
		<link>http://www.princesanews.com/humor/1059369-intelectual-britanico-christopher-hitchens-morre-aos-62-anos</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 14:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Humor]]></category>

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		<description><![CDATA[ Reuters Autor do livro "Deus Não É Grande" tinha câncer e foi vítima de uma pneumonia Christopher Hitchens Foto: Divulgação O jornalista e intelectual brit]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Reuters</p>
<p>Autor do livro &#8220;Deus Não É Grande&#8221; tinha câncer e foi vítima de uma pneumonia
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/87/54/iu/8754iuke3cspdbrlnmaqvxa4m.jpg" alt="Christopher Hitchens" title="Christopher Hitchens" /></p>
<p>Christopher Hitchens</p>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>O jornalista e intelectual brit</p>
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		<title>Aberto em Roma o túmulo da família de Cipião, o Africano</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 00:28:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ AFP General romano ficou famoso por vencer a segunda guerra púnica O mausol]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>AFP</p>
<p>General romano ficou famoso por vencer a segunda guerra púnica
<p>O mausol</p>
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		<title>Descoberta de fortificação resgata época das Cruzadas em Beirute</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 21:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ EFE Terreno revela os restos de muros de pedra com inscrições e várias colunas, além dos vestígios de duas torres Apesar de se tratar de um forte, não foi encontrado nenhum vestígio de armas, somente peças de cerâmica e alimentos Foto: EFE As cruzadas deixaram algumas marcas no porto de Beirute, por onde j]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>EFE</p>
<p>Terreno revela os restos de muros de pedra com inscrições e várias colunas, além dos vestígios de duas torres
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/6u/ns/g2/6unsg2x0dpg2lgk6i0sxpfhvm.jpg" alt="Apesar de se tratar de um forte, não foi encontrado nenhum vestígio de armas, somente peças de cerâmica e alimentos" title="Apesar de se tratar de um forte, não foi encontrado nenhum vestígio de armas, somente peças de cerâmica e alimentos" /></p>
<p>Apesar de se tratar de um forte, não foi encontrado nenhum vestígio de armas, somente peças de cerâmica e alimentos</p>
<p>Foto: EFE</p>
<p>As cruzadas deixaram algumas marcas no porto de Beirute, por onde j</p>
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		<title>Funcionários de hospital fazem protesto em SP</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1058986-funcionarios-de-hospital-fazem-protesto-em-sp</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 00:32:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ AE Eles alegam que intervenção após Operação Hipócrates, em que 12 pessoas foram presas por fraudes, não melhorou condições selo Vestindo roupas e nariz de palha]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>AE</p>
<p>Eles alegam que intervenção após Operação Hipócrates, em que 12 pessoas foram presas por fraudes, não melhorou condições
<p><span><small>selo</small></span></p>
<p>Vestindo roupas e nariz de palha</p>
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		<title>As razões de Dilma para segurar Lupi</title>
		<link>http://www.princesanews.com/politica/1052210-as-razoes-de-dilma-para-segurar-lupi</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 22:19:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Politica]]></category>

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		<description><![CDATA[ A divisão política do PDT, a intenção de enfraquecer feudos partidários e não parecer refém da imprensa foram as três principais razões da sobrevida de Carlos Lupi na pasta do Trabalho. Sobrevida temporária, ressalte-se de passagem. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>A divisão política do PDT, a intenção de enfraquecer feudos partidários e não parecer refém da imprensa foram as três principais razões da sobrevida de Carlos Lupi na pasta do Trabalho. Sobrevida temporária, ressalte-se de passagem.</p>
<p>Pesou menos, mas pesou um pouco, a simpatia pessoal de Dilma por Lupi, que foi companheiro de partido da presidente quando ela pertencia ao PDT de Leonel Brizola.</p>
<p>No PDT, predomina a sensação de que Lupi não tem as credenciais de Brizola para se comportar como caudilho. Se com Brizola tal imagem já era ruim para o partido, é um desastre com Lupi. Nesse contexto, prosperou a contestação interna ao manda-chuva da sigla.</p>
<p>O deputado federal Brizola Neto (RJ) e o senadores Pedro Taques (MT) e Cristóvam Buarque (DF) são bons quadros do PDT que pregam, com razão, uma renovação partidária. Mas Lupi não quer ceder espaço.</p>
<p>Ele deixou a presidência pedetista quando a Comissão de Ética da Presidência, no governo Lula, recomendou que evitasse acumular esse cargo com o de ministro. Foi uma saída de fachada. Na prática, continuou a dar as cartas no PDT. Lupi deixou na presidência um aliado, André Figueiredo, amigo do ministro que, hoje, anda meio louco para dar uma de Brutus.</p>
<p>Leia a íntegra em <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/kennedyalencar/1008773-as-razoes-de-dilma-para-segurar-lupi.shtml" target="_blank">As razões de Dilma para segurar Lupi </a></p>
</p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://www.politicalivre.com.br/index.php/2011/11/as-razoes-de-dilma-para-segurar-lupi/" title="As razões de Dilma para segurar Lupi">As razões de Dilma para segurar Lupi</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ivan Lessa: Londresquistão</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1051353-ivan-lessa-londresquistao</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:13:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ BBC Brasil Manifestantes muçulmanos protestam durante o Dia do Armistício O sofisticadérrimo colunista Taki Theodoracopoulos, também milionário e playboy sessentão, passou por tudo e, exagerando um pouco, quase todos (melhor dizendo, todas) na vida. Tem uma coluna semanal na tradicional revista The Spectator onde conta casos ótimos e distribui alfinetadas certeiras dentro do melhor estilo jornalístico, estilo aliás infelizmente em extinção. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>BBC Brasil</p>
<p>Manifestantes muçulmanos protestam durante o Dia do Armistício
<p>O sofisticadérrimo colunista Taki Theodoracopoulos, também milionário e playboy sessentão, passou por tudo e, exagerando um pouco, quase todos (melhor dizendo, todas) na vida. Tem uma coluna semanal na tradicional revista The Spectator onde conta casos ótimos e distribui alfinetadas certeiras dentro do melhor estilo jornalístico, estilo aliás infelizmente em extinção. </p>
<p>Taki não para quieto. Gstaad (sem pronunciar o G, claro) hoje, Nova York amanhã, Londres ontem. Londres. Que ele adora mas não suporta em que a cidade se transformou. Multietnização não é nem a dele nem com ele. É o Taki que só se refere à cidade onde passa uma boa época do ano, de restaurante bem a buate e senhoras e senhoritas em moda, como Londresquistão, conforme está no título deste texto. </p>
<p>Sim, sim, é duro, mas é verdade. O &#8220;pobre menino grego&#8221;, como ele, filho de bilionário armador, gosta de se chamar, não é bem um admirador da crescente e cada vez mais visual comunidade muçulmana. Grego deveria ir devagar nessas horas. </p>
<p>Mas, com o dinheiro e o nome dele, dá para ele fazer a curva em U a mais de 80 km por hora. Principalmente se estiver no escurinho da casa noturna, no bem-bom de um jantar com os amigos ou deixando uma ficha de 500 libras no vermelho 27 no cassino mais em moda. </p>
<p>Queria ver ele, por exemplo, sair lendo em voz alta trechos de suas colunas mais debochadas em, para ficar num exemplo, Edgware Road, onde nossos irmãos islamitas fixaram uma de suas muitas residências ou marcantes presenças aqui em Londres &#8211; e insisto em continuar chamando de Londres. </p>
<p>Apesar dos acontecimentos de quinta-feira passada, dia 11. Remembrance Day. Também conhecido como Dia da Papoula (abundavam nos campos mortíferos de Flandres) e ainda Dia do Armistício ou Dia dos Veteranos. É quando os países da Commonwealth comemoram, com o devido respeito, seus mortos em tudo quanto é guerra. Principalmente na Primeira e na Segunda Guerra Mundial. </p>
<p>Na Primeira, cerca de 37 milhões fizeram o chamado supremo sacrifício. Na Segunda, por volta de um milhão. Feridos? Nem falar. Sequer pensar. Mas no 11º dia do 11º mês na 11ª hora são observados no país, dois minutos de silêncio. Pois foi às 11h00 no dia 11 de novembro de 1918 que se assinou o Armistício. </p>
<p>Neste ano, 2010, eu estava na caixa do supermercado. Todo mundo quieto. Eu inclusive. Sou hóspede. Respeito meus anfitriões. Não tenho queixa da maneira que por décadas me trataram. Ainda senti uma ponta de remorso por não ter comprado a onipresente papoula que se usa na lapela e cujos trocados auferidos vão para os que sobraram não digo da Primeira Guerra, que dessa se foram todos, mas da Segunda, que ainda tem bastante. </p>
<p>Os mortos no Afeganistão e no Iraque, duas guerras, ou invasões, das mais controvertidas, também são homenageados. Guerra é guerra, não é assim que se diz? Então&#8230; </p>
<p>Acontece que, perto de onde moro, em Kensington, manifestantes muçulmanos (não muitos, uns 30) queimaram uma papoula gigante e ostentaram cartazes com dizeres &#8211; digamos assim &#8211; algo pesados. Num deles lá estava: &#8220;Que o Inferno queime os soldados britânicos&#8221;. O grupo se auto-intitula &#8220;Muçulmanos contra as cruzadas&#8221;. E &#8220;O Islã predominará&#8221;. Ainda: &#8220;Nossos mortos estão no Paraíso, seus mortos no Inferno&#8221;. </p>
<p>A nação, em peso, comemorando o armistício, homenageando uma paz das mais tristes.  O chato é que entendo o protesto. Posso discordar do tom. Mas entendo. Sim, houve confronto físico. Um policial foi parar no hospital. Dois muçulmanos presos por criarem distúrbio à ordem pública. </p>
<p>Estudantes contra o aumento nos custos do ensino também andaram botando para quebrar. Literalmente. Como sempre, a manifestação estudantil, pacífica em sua origem, foi sequestrada, segundo seus líderes, por grupos radicais. Nada a ver com religião. Dinheiro. Instrução. Medidas governamentais. Chato, mas é isso aí. </p>
<p>Paris tem visto coisa bem pior. E Bagdá e Cabul também. No que enfio a viola no saco e vou cuidar de outras coisas. Mas que há um certo quê de Londresquistão no ar, lá isso há.</p>
</p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/ivanlessa/ivan-lessa-londresquistao/n1597369017575.html" title="Ivan Lessa: Londresquistão">Ivan Lessa: Londresquistão</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Guia Enem 2011: conheça as regras e prepare-se para as provas</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1045010-guia-enem-2011-conheca-as-regras-e-prepare-se-para-as-provas</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Oct 2011 17:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ iG São Paulo Saiba o que fazer nos dias que antecedem o Exame Nacional do Ensino Médio e o que não pode esquecer nos dias de provas Foto: GUILHERME LARA CAMPOS/GUILHERME LARA CAMPOS DATAS DE PROVAS 22 e 23/10 Veja mais: Especial do iG com tudo sobre o Enem Estudo Dicas para revisar conteúdos e testar conhecimentos - Conheça todas as competências cobradas no Exame. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>iG São Paulo</p>
<p>Saiba o que fazer nos dias que antecedem o Exame Nacional do Ensino Médio e o que não pode esquecer nos dias de provas
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/43/qz/pd/43qzpdtlicnjspfvt64z1cdor.jpg" /></p>
<p>Foto: GUILHERME LARA CAMPOS/GUILHERME LARA CAMPOS</p>
<p><strong>DATAS DE PROVAS</strong><br />
22 e 23/10</p>
<p>Veja mais: <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/enem/p1597080479045.html"><strong>Especial do iG com tudo sobre o Enem</strong></a></p>
<p><strong>Estudo</strong></p>
<p><strong>Dicas para revisar conteúdos e testar conhecimentos</strong></p>
<p>- Conheça todas as competências cobradas no Exame. A <a href="http://i0.ig.com/ultimosegundo/educacao/enem/matriz-referencia-enem-2009.pdf">Matriz de Referência</a> apresenta os conteúdos que aparecem nas provas<br />
- Faça <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/como+organizar+seus+estudos+para+o+enem/c1597014817321.html">provas de anos anteriores</a> para conhecer o exame e os seus próprios conhecimentos<br />
- Na última hora, escolha apenas poucos temas que não domina para revisar. Não dá tempo de rever todas as competências do Enem<br />
- Assista aos <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/enem/assista-a-video-com-dicas-para-a-redacao-no-enem/n1597243679396.html">vídeos com dicas do colunista do iG Mateus Prado</a> e leia as <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/p1237785770984.html">colunas com questões comentadas</a><br />
- Acompanhe notícias por portais, rádio, TV e jornais. Estar bem informado ajuda na  compreensão da prova. Conheça <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/enem/enem+atencao+as+atualidades+ajuda+a+desenvolver+competencias/n1597119929289.html">temas atuais que podem cair na prova</a> e revise</p>
<p><strong>Na mochila</strong></p>
<p><strong>O que precisa levar para a prova e o que é proibido</strong></p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597290660293<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>O que levar <br />
- Caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente<br />
- Cartão de Confirmação da Inscrição (enviado pelos Correios para a residência do candidato e disponibilizado no site do Enem)<br />
- Documento de identificação original com foto (RG, carteira de motorista, passaporte, carteira de trabalho). Protocolos de identificação, como certidão de nascimento, casamento e título de eleitor não serão aceitos. Em caso de perda ou roubo dos documentos, o candidato deve apresentar um Boletim de Ocorrência expedido por órgão policial e emitido há no máximo 90 dias<br />
- Água<br />
- Lanche (biscoito, chocolate, barra de cereais)</p>
<p>O que não levar<br />
- Lápis, borracha, apontador, lapiseira, grafite<br />
- Livros, manuais, impressos, anotações, <br />
- Nenhum tipo de eletrônico, como calculadoras, telefones celulares, pagers, bip, walkman, gravador, mp3 ou similares, relógio<br />
- Qualquer receptor ou transmissor de dados e mensagens</p>
<p><strong>Na prova</strong></p>
<p><strong>Dicas para preencher a prova corretamente e não correr o risco de ser eliminado</strong></p>
<p>Caderno de Questões/Prova<br />
- Não esqueça de marcar a cor do seu Caderno de Questões no seu Cartão-Resposta. Se essa opção não for assinalada, a prova será invalidada</p>
<p>- Os candidatos só poderão levar o Caderno de Questões se deixarem a sala depois de decorridas quatro horas desde o início da aplicação, nas provas do sábado, 22/10/2011, e decorridas cinco horas do início das provas do domingo, 23/10/2011</p>
<p>- Confira seus dados em todos os documentos do exame (Caderno de Questões, Cartão-Resposta, Folha de Redação, lista de presença) e não se esqueça de assinar no local indicado</p>
<p>Inglês/Espanhol<br />
- Todas as provas terão questões de inglês e de espanhol, com numeração idêntica e gabaritos distintos. O estudante deve se atentar ao idioma escolhido e transferir para a folha de resposta apenas as alternativas referentes ao idioma pelo qual optou na inscrição</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597290656563<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span><strong>Horário</strong></p>
<p><strong>Quando começa e termina a prova nos dois dias de exame</strong></p>
<p>- Atrasos não são tolerados. Recomenda-se chegar uma hora antes do início da prova, às 12h (horário de Brasília – atente-se para o horário de verão brasileiro)<br />
- Os portões dos locais de prova fecham às 12h55 (horário de Brasília)<br />
- A prova começa às 13h (horário de Brasília)<br />
- O tempo mínimo de permanência na sala de provas é de duas horas, a partir do início do exame. No sábado, o tempo total é de 4h30min e no domingo, de 5h30min.<br />
 </p>
<p><strong>Transporte</strong></p>
<p><strong>Dicas para chegar ao local de provas com tranquilidade</strong></p>
<p>- Visite o local da prova antes do Enem. Cronometre o tempo necessário para chegar, descubra quais são as linhas de ônibus que atendem a região e trace o seu itinerário. Atrasos não são tolerados</p>
<p><strong>Alimentação</strong></p>
<p><strong>Como se alimentar bem antes e durante o exame</strong></p>
<p>- Mantenha uma dieta balanceada nos dias em que antecedem o Enem e tome bastante água, para que o corpo fique hidratado<br />
- No dia da prova, tome um café da manhã reforçado com alimentos leves (frutas, sucos, pães). Não é recomendado almoçar, nem comer alimentos pesados, gordurosos, que podem causar sonolência e desconforto estomacal</p>
<p><strong><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597290659340<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span></strong><strong>Sono</strong></p>
<p><strong>Cuidados necessários para não ser prejudicado por cansaço</strong></p>
<p>- Durma bem nos dias em que antecedem o Enem. A prova é logo depois do almoço, esteja preparado para não sentir sono nesse horário </p>
<p><strong>Proibido</strong></p>
<p><strong>O que não pode ser feito durante o exame</strong></p>
<p>Exclusão<br />
O candidato será excluído se:<br />
- mentir a identidade,<br />
- apresentar documentos falsos <br />
- destratar outros participantes ou a equipe de aplicação da prova<br />
- sair da sala sem o acompanhamento de um fiscal ou antes de decorridas duas horas do início da prova<br />
- se colar ou conversar com outro candidato<br />
- não devolver o Cartão-Resposta e o Caderno de Questões</p>
</p>
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/43/qz/pd/43qzpdtlicnjspfvt64z1cdor.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/enem/guia-enem-2011-conheca-as-regras-e-preparese-para-as-provas/n1597290697415.html" title="Guia Enem 2011: conheça as regras e prepare-se para as provas">Guia Enem 2011: conheça as regras e prepare-se para as provas</a></p>
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		<title>51% topam imposto para saúde</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 18:15:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Politica]]></category>

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		<description><![CDATA[ Há um dado relevante na reportagem de capa de Ricardo Mendonça publicada pela Época. A revista perguntou se os brasileiros concordariam em pagar um novo imposto para saúde. A resposta é sim]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Há um dado relevante na reportagem de capa de Ricardo Mendonça publicada pela Época. A revista perguntou se os brasileiros concordariam em pagar um novo imposto para saúde. A resposta é sim. Desde a posse do governo Dilma que se discute o assunto em Brasilia. Num país onde gastos do governo costumam ser associados apenas a desvios e a corrupção, como se não produzissem nada de útil para a sociedade, a derrota da idéia parecia uma barbada. Recentemente, até a bancada do governo baixou a guarda e evitou debater o assunto quando a Câmara votou a emenda 29, que define gastos para saúde. A resposta na pesquisa: 51% a favor e 46% contra. O resultado é uma surpresa em parte. É verdade que a denuncia dos impostos altos e injustos mobilizou a classe média e tornou-se ponto de honra dos empresários. A discussão sobre carta tributária tem uma base na realidade: muitas pessoas efetivamente pagam impostos demais. A malha de tributos é tão complexa que chega a ser irracional e cria entraves para o desenvolvimento. Em função destes argumentos, muitas vezes justos, parecia que a população chegara a uma conclusão complicada: a de que não adianta aumentar as receitas da saúde pública porque o atendimento iria continuar ruim como sempre foi. A pesquisa mostra que não é assim. Por uma margem de 63%, os brasileiros reclamam que a carga tributária é alta demais.  Ao mesmo tempo, concordam em pagar mais — desde que seja para a saúde. Quanto mais pobre o eleitor, maior seu apoio a idéia. Leia mais na coluna de <a href="http://colunas.epoca.globo.com/paulomoreiraleite/2011/10/15/51-topam-imposto-para-saude/" target="_blank">Paulo Moreira Leite</a>.</p>
</p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://www.politicalivre.com.br/index.php/2011/10/51-topam-imposto-para-saude/" title="51% topam imposto para saúde">51% topam imposto para saúde</a></p>
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		<title>Chilenos protestam em Santiago por reformas no ensino público</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1040574-chilenos-protestam-em-santiago-por-reformas-no-ensino-publico</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 23:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ iG São Paulo Cerca de 150 mil estudantes se reuniram em marcha que terminou com confrontos entre manifestantes e a polícia Foto: AP Milhares de estudantes voltaram a se reunir nesta quinta-feira em Santiago para uma nova passeata por melhorias na educação pública , que terminou com confrontos entre manifestantes e a polícia chilena. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>iG São Paulo</p>
<p>Cerca de 150 mil estudantes se reuniram em marcha que terminou com confrontos entre manifestantes e a polícia
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/4n/yg/9y/4nyg9yjyvcg2j7tfi9skxqwl6.jpg" /></p>
<p>Foto: AP</p>
<p>Milhares de estudantes voltaram a se reunir nesta quinta-feira em Santiago para uma nova <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/estudantes+chilenos+pressionam+por+reforma+com+beijacos+e+dancas/n1597120517097.html">passeata por melhorias na educação pública</a>, que terminou com confrontos entre manifestantes e a polícia chilena.</p>
<p>De acordo com os organizadores, a manifestação desta quinta-feira reuniu cerca de 150 mil estudantes, superando a escassa participação registrada em protestos da semana passada.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597223729471<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span></p>
<p>A marcha foi majoritariamente pacífica, mas no final do ato um grupo de encapuzados lançou paus e pedras contra a polícia nos arredores do Parque Almagro, no centro de Santiago, onde os agentes policiais responderam com bombas de gás lacrimogêneo e jatos d&#8217;água para dispersá-los. Alguns manifestantes incendiaram também barricadas com madeira e outros objetos roubados anteriormente de uma construção próxima.</p>
<p>Os choques ocorreram quando a maioria dos participantes já se retirava da região estabelecida como o destino da marcha, realizada em meio a atividades culturais com música e discursos de líderes estudantis.</p>
<p>Confrontos semelhantes foram registrados em outras manifestações convocadas pelos estudantes, que há quatro meses exigem educação pública gratuita e de qualidade no país.</p>
<p>Convocados pela Confederação dos Estudantes do Chile (Confech), os manifestantes se encontraram fora da Universidade de Santiago, no oeste da cidade, para avançar pela Alameda até o Palácio presidencial La Moneda. &#8220;É uma passeata massiva que vai além de nossas expectativas&#8221;, disse o líder estudantil Giorgio Jackson, que lidera uma das colunas de manifestantes.</p>
<p>O ato foi convocado no momento em que o diálogo entre os estudantes e o governo está parado, depois que o poder Executivo rejeitou quatro condições exigidas pelo movimento estudantil para abrir uma mesa de negociações que resolvesse o conflito. &#8220;Calamos a boca desse governo. Temos esse parque cheio, cheio de convicção e alegria&#8221;, afirmou no ato de fechamento o líder estudantil Camilo Ballesteros.</p>
<p>O porta-voz do Executivo, Andrés Chadwick, diminuiu a força das manifestações em declaração. &#8220;Um protesto a mais ou a menos, maior ou menor, não vai mudar o tema e a preocupação fundamental do governo, que é continuar insistindo na necessidade de uma mesa de diálogo.&#8221;</p>
<p>O presidente do Chile, Sebastián Piñera, afirmou, durante discurso na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, que o governo &#8220;se dispôs a realizar reforma, com os mais altos recursos, para aumentar a cobertura às crianças, para que a intervenção na educação chegue a tempo e, adicionalmente, melhorar o financiamento em todos os níveis da educação&#8221;.</p>
<p>Ao longo do ano, de acordo com o governo, os estudantes chilenos realizaram 35 marchas em Santiago exigindo o fortalecimento da educação pública, em um país que conta com um dos sistemas educativos mais segregados do mundo, produto das reformas liberais impostas pela ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597223729701<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span></p>
<p>Na segunda-feira, <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/pinera-70-mil-estudantes-do-ensino-medio-perderao-ano-letivo/n1597218756561.html">Piñera disse que 70 mil estudantes do ensino médio perderão o ano letivo</a> após quatro meses de paralização das aulas por causa de mobilizações estudantis por melhorias da educação pública. O número equivale a 2% do total de estudantes matriculados no ensino médio no país.</p>
<p>Segundo o presidente, os alunos vão perder o ano porque não se inscreveram em um plano do governo apresentado em agosto para que pudessem recuperar as aulas perdidas.</p>
<p><em>Com AFP e EFE</em></p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/09/b50d2b4aaakxqwl6.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/chilenos-protestam-em-santiago-por-reformas-no-ensino-publico/n1597223730515.html" title="Chilenos protestam em Santiago por reformas no ensino público">Chilenos protestam em Santiago por reformas no ensino público</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Incêndio deixa dezenas de mortos na capital do Quênia</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1038219-incendio-deixa-dezenas-de-mortos-na-capital-do-quenia</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 15:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ iG São Paulo Polícia estima mais de 100 mortos após explosão de oleoduto próximo a uma favela de Nairóbi Foto: AP A explosão de um oleoduto provocou um incêndio nesta segunda-feira no subúrbio de Nairóbi, capital do Quênia. A polícia ainda não divulgou um número oficial de vítimas, mas estimou que o fogo tenha deixado mais de cem mortos na área industrial de Lunga Lunga]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>iG São Paulo</p>
<p>Polícia estima mais de 100 mortos após explosão de oleoduto próximo a uma favela de Nairóbi
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/dd/v8/el/ddv8elssdfdyndymneshey0ri.jpg" /></p>
<p>Foto: AP</p>
<p>A explosão de um oleoduto provocou um incêndio nesta segunda-feira no subúrbio de Nairóbi, capital do Quênia. A polícia ainda não divulgou um número oficial de vítimas, mas estimou que o fogo tenha deixado mais de cem mortos na área industrial de Lunga Lunga.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597205799074<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span></p>
<p>O oleoduto passa por uma favela muito populosa localizada entre o centro de Nairóbi e o aeroporto.  Segundo um porta-voz da polícia, a tragédia começou quando um tanque de um posto de gasolina da Kenya Pipeline Company vazou combustível para o esgoto a céu aberto que passa pela favela. </p>
<p>Moradores começaram a tentar tirar o combustível da tubulação rompida e do esgoto, que pegou fogo após alguém atirar uma ponta de cigarro. </p>
<p>“Muitas pessoas tentavam recuperar combustível, mas aconteceu uma forte explosão e um incêndio com imensas chamas e colunas de fumaça”, afirmou Joseph Mwego, morador do bairro.</p>
<p>Bombeiros corriam pelos telhados dos barracos incendiados para lançar espuma sobre a gasolina que escorria pelas valas da favela. Ambulâncias transportaram dezenas de feridos para os hospitais próximos.</p>
<p>Segundo a BBC, é possível ver corpos no esgoto a céu aberto e em um rio próximo, no qual muitos moradores teriam se jogado na tentativa de conter as chamas.</p>
<p><em>Com Reuters, AP e BBC</em></p>
<p> </p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/09/e15f8ff548hey0ri.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/incendio deixa dezenas de mortos na capital do quenia/n1597205779167.html" title="Incêndio deixa dezenas de mortos na capital do Quênia">Incêndio deixa dezenas de mortos na capital do Quênia</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Saiba os fatores que ampliaram a destruição do 11 de Setembro em NY</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1036574-saiba-os-fatores-que-ampliaram-a-destruicao-do-11-de-setembro-em-ny</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ Carolina Cimenti, de Nova York, especial para o iG Erros de inteligência não impediram ataques, cujo poder aumentou por problemas no projeto do WTC e nos procedimentos de resgate Foto: AFP Três fatores ampliaram o poder de destruição dos ataques contra as Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC) no 11 de Setembro de 2001: os erros do governo e da inteligência americanos, os problemas no projeto arquitetônico e de engenharia do WTC e as falhas nos procedimentos das equipes de resgate. Leia, a seguir, uma lista compilada pela iG de dez problemas relacionados aos três fatores que tornaram os atentados em Nova York ainda mais mortais : 1. erros do governo e da inteligência ; 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Carolina Cimenti, de Nova York, especial para o iG</p>
<p>Erros de inteligência não impediram ataques, cujo poder aumentou por problemas no projeto do WTC e nos procedimentos de resgate
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/bx/65/ww/bx65wwj0jtjzysyv7niyxgkle.jpg" /></p>
<p>Foto: AFP</p>
<p>Três fatores ampliaram o poder de destruição dos ataques contra as Torres Gêmeas do World Trade Center (WTC) no <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/">11 de Setembro</a> de 2001: os erros do governo e da inteligência americanos, os problemas no projeto arquitetônico e de engenharia do WTC e as falhas nos procedimentos das equipes de resgate. Leia, a seguir, uma lista compilada pela <strong>iG</strong> de dez problemas relacionados aos três fatores que tornaram os <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/erros+tornaram+11+de+setembro+ainda+mais+mortal+nas+torres+gemeas/n1597192291128.html">atentados em Nova York ainda mais mortais</a>:</p>
<p><strong>1. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#Erro_1"><strong>erros do governo e da inteligência</strong></a>;</p>
<p><strong>2. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro2"><strong>estrutura do WTC</strong></a>;</p>
<p><strong>3. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro3"><strong>disposição das escadas de emergência no WTC</strong></a>;</p>
<p><strong>4. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_4"><strong>travas nos elevadores do WTC</strong></a>;</p>
<p><strong>5. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_5"><strong>resistência ao fogo do WTC</strong></a>;</p>
<p><strong>6. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_6"><strong>plano de retirada do WTC</strong></a>;</p>
<p><strong>7. </strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_7"><strong>porta da cobertura fechada no WTC</strong></a>;</p>
<p><strong>8.</strong> <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_8"><strong>comunicação entre bombeiros e policiais</strong></a>;</p>
<p><strong>9.</strong> <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_9"><strong>problemas nas transmissões dos rádios</strong></a>;</p>
<p><strong>10.</strong><a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/#erro_10"><strong> falta de plano de emergência</strong></a>.</p>
<p><strong><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192361112<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>1. <a name="Erro_1">Erros do governo e da inteligência americanos</a></strong></p>
<p>&#8220;No verão de 1989, um grupo de soldados mujahedin (guerreiros islâmicos), que haviam acabado de vencer a guerra contra a União Soviética no Afeganistão (1979-1989), imigrou para a Ásia Central, Oriente Médio e, finalmente, EUA. Esse grupo tomou conta de uma mesquita no Brooklyn, em Nova York, e escolheu o xeque Omar Abdel Rahman, um fundamentalista egípcio, como líder espiritual.</p>
<p>Em novembro de 1990, o grupo realizou seu primeiro ataque em solo americano, matando um rabino radical, Meir Kahane, em plena Manhattan. Um militante foi preso ao tentar fugir do hotel onde o assassinato havia sido cometido. Em sua casa, a polícia encontrou armas, munição e textos em árabe proclamando a “destruição dos edifícios do capitalismo”. Os oficiais também encontraram fotos de pontos famosos de Nova York, como a Estátua da Liberdade e o World Trade Center (WTC).</p>
<p>O homem foi preso, mas logo considerado um lunático. Os oficiais e policiais deixaram passar evidências de que ele não havia agido sozinho e, na verdade, contava com um grande grupo por trás. A maioria do material em árabe apreendido, na verdade, só foi traduzido vários anos mais tarde.</p>
<p>Os cúmplices do suposto lunático só foram presos três anos mais tarde, depois de levar uma van cheia de explosivos até a garagem do WTC. Ao meio dia da sexta-feira 26 de fevereiro de 1993, uma bomba em uma van deixou seis mortos.”</p>
<p>O trecho acima foi retirado do livro “102 Minutos &#8211; A História Inédita da Luta Pela Vida nas Torres Gêmeas”, dos jornalistas Jim Dwyer e Kevin Flynn, e ilustra as falhas na <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/morte+de+bin+laden+expoe+nova+inteligencia+apos+11+de+setembro/n1597138432149.html">inteligência americana</a> antes do <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/">11 de Setembro</a>. Um ano depois dos ataques de 2001, o Congresso americano, sob pressão do lobby das famílias das vítimas dos ataques, estabeleceu uma independente de investigação por meio da Comissão Nacional 11/9.</p>
<p>O <a href="http://www.9-11commission.gov/report/index.htm" target="_blank">relatório elaborado pela comissão</a> aponta diversas falhas no recolhimento de informação de inteligência e coordenação dos dados obtidos em relação às fronteiras, segurança aérea e reação a emergências. Enormes problemas de comunicação entre a CIA e o FBI em relação a investigações também foram apontados como uma falha.</p>
<p>No documento, a comissão revela que os ataques não foram exatamente surpreendentes para a inteligência americana. Os atentados foram somente o resultado final, e o mais mortal, de uma série de ações iniciadas anos antes, com até alguns agentes os tendo previsto. A comissão descobriu que relatórios sobre as ameaças de um ataque iminente eram claros, pediam urgência e foram apresentados com mais persistência do que o governo americano queria reconhecer.</p>
</p>
<p>Alguns desses relatórios, por exemplo, enfatizavam totalmente o papel da Al-Qaeda e o uso que rede terrorista  pretendia fazer de aviões comerciais como armas. A organização dos atentados foi coordenada dentro dos EUA, durante dois anos, e ninguém, nem a polícia nem o governo, os deteve.</p>
<p>De acordo com a Comissão 11/9, o governo Bush recebeu um documento sobre os ataques um mês antes deles, em 6 de agosto de 2001, chamado &#8220;Bin Laden Determinado a Atacar em Solo Americano&#8221;.</p>
<p>Além do WTC, os terroristas também conseguiram jogar um avião contra o Pentágono e sequestrar uma aeronave que caiu na Pensilvânia depois que os passageiros tentaram tomar seu controle.</p>
<p><strong>2. <a name="erro2">Estrutura do World Trade Center</a></strong></p>
<p>Dois fatos permitiram que as torres do WTC, que foram finalizadas em 1973 após quase sete anos de construção, se tornassem dois dos prédios menos seguros do mundo no caso de um incêndio: primeiramente, elas eram propriedade da Autoridade Portuária de Nova York e New Jersey, ou seja, órgão público pertencente a dois Estados que era praticamente acima da lei em relação às normas de segurança. Em segundo, as torres foram construídas seguindo o código de construção de 1968 de Nova York, um dos menos restritos e mais influenciados pela indústria imobiliária.</p>
<p>De acordo com um artigo do jornal New York Times, o código de construção de 1938, anterior ao de 1968, “exigia materiais específicos, como tijolos e concreto, na construção de um prédio alto, para proteger em caso de um incêndio&#8221;. Além disso, o código de 1938 determinava que as colunas de um prédio tinham de suportar o fogo por pelo menos quatro horas. O código de 1968 reduziu esse número para três, sem especificar qual material teria de ser usado nos prédios.</p>
<p>A flexibilidade criada por ele permitiu à Autoridade Portuária reduzir enormemente o uso de concreto na construção das torres. Segundo relatório do ex-chefe dos bombeiros de Nova York Vincent Dunn, especialista em incêndios em prédios altos, com mais de 43 anos de experiência na sua área, diferentemente da construção clássica de edifícios altos, os pilares fundamentais das Torres Gêmeas estavam concentrados no centro do edifício, juntamente com os elevadores. Além disso, a estrutura era feita de 60% aço e 40% concreto, quando o modelo clássico estipula exatamente o contrário.</p>
<p>Esse tipo de estrutura inovadora realmente absorveu o impacto imeadiato dos aviões, conforme haviam atestado os engenheiros que as construíram. Elas não desabaram imediatamente. Sua estrutura revolucionária, porém, respondeu muito mal aos minutos que se seguiram sob incêndio e calor extremo. “Quanto mais concreto, menos o fogo se alastra”, disse Dunn ao<strong> iG</strong>.</p>
<p>Cada andar das torres do WTC era praticamente uma área aberta, como passaram a ser os escritórios modernos, sem paredes do chão até o teto. “Esse projeto permitiu que o fogo se espalhasse muito mais rapidamente em cada andar e, disseminando-se pelas saídas de ar do ar-condicionado central, por todos os andares do prédio”, relatou o ex-chefe dos bombeiros.</p>
<p>Como cada andar suportava o peso apenas do andar imediatamente acima, assim que os andares mais altos começaram a desmoronar pela destruição causada pelo fogo, todos os andares foram pressionados consecutivamente. Isso ajuda a explicar por que os prédios desabaram completamente: assim que os andares superiores começaram a desabar, a pressão sobre os andares mais baixos era superior ao que eles podiam aguentar.</p>
<p><strong>3. <a name="erro3">Disposição das escadas de emergência das torres</a></strong></p>
<p>Até 1968, todos os prédios em Nova York com mais de seis andares tinham de ter uma saída de emergência adjacente ao edifício, fora da estrutura, e com paredes grossas de concreto para permitir uma retirada rápida e evitar que pegassem fogo. Se o WTC tivesse seguido as normas anteriores ao código de 1968, as torres teriam de ter pelo menos quatro escadas de emergência cada uma, sendo uma delas fora da estrutura principal.</p>
</p>
<p>Mas com o novo código de normas aprovado, os proprietários de imóveis podiam reservar mais espaço para salas e conjuntos, e menos para áreas de emergência: cada torre tinha apenas três escadas de emergência, e todas concentradas no centro do edifício. Com o ataque dos aviões, as três escadas de emergência da Torre Norte e duas na Torre Sul foram destruídas e bloqueadas em pelo menos uma parte. Apenas uma escada, na Torre Sul, continuou praticamente intacta depois dos ataques, possibilitando o tráfego as pessoas do topo à base do edifício de 110 andares.</p>
<p>Além disso, duas das três escadas de emergência de cada torre não levavam as pessoas diretamente até a rua, mas até o mezanino (primeiro andar), onde ainda era necessário descer uma escada rolante estreita para chegar às portas da rua. Esse foi um problema grave no momento da retirada no 11 de Setembro, porque uma longa fila se formou no mezanino, e muitas pessoas, impressionadas com o que viam lá fora, paravam e não conseguiam avançar para sair do prédio, impedindo que outros saíssem.</p>
<p>A cidade de Nova York havia mudado uma das regras sobre segurança em prédios altos em 1984, exigindo que as diversas saídas de emergências fossem distantes umas das outras, porém a lei não era retroativa, então o WTC não precisou se adequar.</p>
<p><strong>4. <a name="erro_4">Travas nos elevadores</a></strong></p>
<p>Dezenas, se não centenas ficaram presos em elevadores nos ataques do 11 de Setembro. Aqueles que estavam presos nos elevadores parados no térreo, e conseguiram ser ouvidas por bombeiros, foram salvos. Outros não conseguiram forçar as portas externas dos elevadores que, por um dispositivo de segurança, ficaram travadas.</p>
<p>De acordo com o livro “102 Minutos&#8221;, os bombeiros tiveram um trabalho estafante para salvar algumas das pessoas presas, pois tinham de forçar a porta de segurança de cada um dos 99 elevadores de cada torre a cada cinco andares para tentar descobrir onde exatamente estavam parados. Com a escuridão completa na coluna dos elevadores, não conseguiam ver mais do que quatro ou cinco andares.</p>
<p>Um trabalho demorado e pesado, que resultou no não salvamento de algumas vítimas. O código de construção exige aberturas nas paredes das colunas dos elevadores a cada três andares para evitar esse tipo de contratempo, mas o WTC não respeitava essa regra.</p>
<p><strong>5. <a name="erro_5">Resistência ao fogo</a></strong></p>
<p>A resistência ao fogo das estruturas dos edifícios nunca havia sido posta à prova. “Um dos maiores segredos das torres era que a sua estrutura de aço nunca havia sido testada para saber como reagiria a um incêndio, e um dos maiores segredos do corpo de bombeiros é que um incêndio em um prédio alto é quase impossível de ser apagado pela corporação: o fogo tem de ser extinto pelo sistema automático do próprio edifício”, explicou Dunn, o ex-chefe dos bombeiros de Nova York, ao <strong>iG</strong>.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192361341<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>O sistema anti-incêndio do WTC (os sprinklers que todo o grande edifício teria de ter) estava velho e precisava de reforma. Depois do ataque de 1993, a Autoridade Portuária começou o trabalho de revisão e troca das peças do sistema, mas, até a manhã do 11 de Setembro, havia completado esse trabalho em apenas 30 dos 220 que os dois prédios totalizavam.</p>
<p>De acordo com as normas de construção de Nova York, a estrutura de aço de um espigão com 60 andares ou mais deve ser capaz de resistir ao fogo sem se deformar por pelo menos duas horas. Os andares em si, por pelo menos três horas. Para respeitar essas regras, os materiais de construção devem ser previamente testados.</p>
<p>As torres nunca tiveram seus materiais testados suficientemente, e, de fato, suas estruturas não resistiram duas horas. A Torre Norte, a primeira a ser atingida às 8h46 daquela terça-feira, entrou em colapso depois de 1h42. A Torre Sul, atingida às 9h03, desmorou passados apenas 56 minutos, às 9h59.</p>
<p>“As razões pelas quais esses testes nunca foram feitos não podem ser descobertas agora, porque os responsáveis por essa decisão morreram anos antes dos ataques. Mas sabe-se que resultados negativos para os testes e as modificações necessárias teriam aumento tanto os custos que as torres possivelmente teriam pouco mais da metade de sua altura. Poucas pessoas poderiam imaginar que o sistema anti-incêndio de dois dos mais altos edifícios do mundo nunca haviam sido efetivamente testados”, afirmam Jim Dwyer e Kevin Flynn no livro “102 Minutos&#8221;.</p>
<p><strong>6. <a name="erro_6">Retirada completa do WTC</a></strong></p>
<p>Como as torres tinham um sistema anti-incêndio em todos os andares, não foram planejadas para uma situação em que fosse necessário esvaziar os edifícios completamente e ao mesmo tempo. Como, teoricamente, seus materiais de construção eram resistentes ao fogo e o sistema anti-incêndio apagaria os focos em um andar antes que se espalhassem para outro, a expectativa era de que apenas alguns andares teriam de ser esvaziados em uma situação de incêndio.</p>
<p>A necessidade de uma retirada completa pelas escadas em prédios altos parecia tão remota que, poucos meses antes do 11 de Setembro, dois grupos muito influentes na arquitetura de Nova York, a Associação Nacional de Códigos Oficiais para Edificações e o Grupo de Seguradoras Anti-Incêndio, sugeriram que se começassem a construir escadas de seguranças mais estreitas. Afinal, menos escadas significam mais espaço comercial nos edifícios. A proposta foi completamente abandonada depois dos ataques.</p>
<p>A única vez, antes do 11 de Setembro, que as Torres Gêmeas foram esvaziadas foi depois do atentado de 1993. E, para milhares que participaram daquela situação, a queda da eletricidade depois que a bomba explodiu significou uma retirada lenta e difícil, em escadas de emergências completamente escuras e esfumaçadas por causa dos pneus que queimaram na garagem, e ainda por cima, sem a guia de alto-falantes. Naquele dia, foram necessárias dez horas para esvaziar os dois edifícios completamente.</p>
<p><strong>7. <a name="erro_7">Porta da cobertura fechada</a></strong></p>
<p>Durante os ataques, as portas que davam acesso ao topo das torres estavam trancadas. Sem opção de fuga por baixo, acredita-se que dezenas acima dos andares atingidos pelos aviões fizeram o esforço de subir até 30 andares a pé em escadas de emergências esfumaçadas somente para ter suas expectativas frustradas.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192361376<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>Muitos relataram a situação a parentes, após se verem forçados a fazer o caminho de volta. “Os planos de emergências da Autoridade Portuária não continham uma página sequer para resgate na cobertura e (&#8230;) nunca informou explicitamente às pessoas que trabalhavam nas torres que o local não era uma opção válida em caso de emergência”, segundo o livro “102 Minutos”.</p>
<p>A Autoridade Portuária mantinha as portas fechadas desde 1974, quando o francês Philippe Petit conseguiu entrar na Torre Sul com a sua equipe sem ser notado, dirigir-se até o teto, estender uma corda de aço até a Torre Norte e caminhar sobre ela várias vezes até ser preso pela polícia de Nova York.</p>
<p>Depois do 11 de Setembro, descobriu-se que os prédios desrespeitavam completamente as regras. As portas poderiam ficar trancadas, mas teriam de ser destravadas por um sistema automático no caso de qualquer emergência ou falta de luz.</p>
<p>Durante o atentado de 1993, no subsolo da Torre Sul, os resgates pelo teto foram os mais noticiados, disseminando a imagem de que era uma das melhores soluções para quem estivesse mais perto do topo de um espigão.</p>
<p>No 11 de Setembro, porém, o teto não seria de qualquer foram uma opção de salvamento. Os helicópteros da polícia não conseguiram pousar porque a coluna de fumaça era muito densa e quente, representando um risco.</p>
<p><strong>8. <a name="erro_8">Comunicação entre bombeiros e policiais</a></strong></p>
<p>Bombeiros e policiais em Nova York nunca trabalharam bem juntos, segundo o livro &#8220;102 Minutos&#8221;. Seus autores, os jornalistas Jim Dwyer e Kevin Flynn, defendem que sempre houve uma batalha para determinar quem dava as ordens no caso de uma emergência, com nenhum dos lados aceitando ceder. Essa briga de egos explica algumas das falhas que as duas equipes cometeram durante o processo de resgate.</p>
<p>Primeiramente, os bombeiros e os policiais usavam frequências diferentes nos rádios, o que impossibilitou sua comunicação. Isso impediu aos bombeiros na entrada das torres, que tentavam descobrir em que andar ocorriam os incêndios, ouvir as informações enviadas pelos helicópteros da polícia sobre quais eram os focos mais críticos e os andares exatamente atingidos.</p>
<p>Nos helicópteros, os policiais conseguiram mais informações do que os bombeiros dentro dos edifícios. Ao notar enormes rachaduras e um andar pressionando o outro no alto da Torre Sul, souberam com antecedência que ela desabaria. Os bombeiros só se deram conta disso quando ela caiu.</p>
<p>Atualmente, os departamentos dos bombeiros e o da polícia recebem um treinamento mais integrado. Além disso, a prefeitura de Nova York determinou que, em caso de incêndio, são os bombeiros que dão as ordens, mas, em caso de ataque terrorista, os policiais são os responsáveis.</p>
<p><strong>9. <a name="erro_9">Problemas nas transmissões dos rádios</a></strong></p>
<p>Além do problema das frequências diferentes entre os rádios das duas corporações, os <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/falha+em+radios+e+peso+extra+selaram+destino+de+bombeiros+no+11+de+setembro/n1597188058963.html">rádios dos bombeiros não funcionavam bem entre si também</a>. Assim que os oficiais subiam alguns andares, perdiam completamente o contato com os chefes, localizados na entrada das torres.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192361287<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>Esse foi um problema muito grave porque, assim que a Torre Sul desabou, os bombeiros chefes, na base da Torre Norte, começaram a avisar pelo rádio que todos deveriam sair do prédio imediatamente. Sem receber nenhuma resposta. Naquele momento, mais de 1 mil bombeiros lutavam para conseguir espaço nas linhas de rádio, que eram cinco, mas encontrando forte interferência e poucas respostas para seus pedidos de atenção.</p>
<p><strong>10. <a name="erro_10">Falta de plano de emergência</a></strong></p>
<p>Os paramédicos e técnicos que responderam ao chamado urgente de resgate não tinham um plano estruturado: em junho de 2005 o Instituto Nacional de Tecnologias e Padrões publicou um longo documento com o que seria considerada a “autópsia” das Torres Gêmeas e do processo de salvamento naquele dia.</p>
<p>Na maioria das 200 entrevistas computadas, paramédicos e técnicos de emergência falam em caos, dificuldades em encontrar as vítimas, falta de comunicação, de coordenação entre as unidades de socorro e até mesmo um grande número de estacionamentos diferentes para ambulâncias na mesma área, dificultando a centralização dos esforços.</p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/09/e6837b1fd9yxgkle.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/saiba os fatores que ampliaram a destruicao do 11 de setembro em ny/n1597192361410.html" title="Saiba os fatores que ampliaram a destruição do 11 de Setembro em NY">Saiba os fatores que ampliaram a destruição do 11 de Setembro em NY</a></p>
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		<title>Projeto de Torres Gêmeas contribuiu para mortes no 11 de Setembro</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1036578-projeto-de-torres-gemeas-contribuiu-para-mortes-no-11-de-setembro-2</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ Carolina Cimenti, de Nova York, especial para o iG Falhas nos procedimentos de resgate também aumentaram poder de ataques, que não foram frustrados por erros de inteligência e do governo Foto: AFP Não há dúvidas de que o emprego de aviões comerciais como mísseis contra duas das estruturas mais altas do planeta construídas pelo homem teriam como consequência ataques mortais e disseminação do pânico. Mas uma série de erros dos construtores, do governo, da inteligência e das equipes de resgate , antes e durante os atos contra o World Trade Center (WTC) no 11 de Setembro , potencializaram enormemente os efeitos desses “mísseis”. Por causa disso, as Torres Gêmeas acabaram se tornando armas de destruição muito mais potentes do que esperavam e sonhavam os terroristas que as atacaram. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>Carolina Cimenti, de Nova York, especial para o iG</p>
<p>Falhas nos procedimentos de resgate também aumentaram poder de ataques, que não foram frustrados por erros de inteligência e do governo
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/8e/fp/rk/8efprkxfm5cq5k6htx8grhv9f.jpg" /></p>
<p>Foto: AFP</p>
<p>Não há dúvidas de que o emprego de aviões comerciais como mísseis contra duas das estruturas mais altas do planeta construídas pelo homem teriam como consequência ataques mortais e disseminação do pânico. Mas uma <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/saiba+os+fatores+que+ampliaram+a+destruicao+do+11+de+setembro+em+ny/n1597192361410.html">série de erros dos construtores, do governo, da inteligência e das equipes de resgate</a>, antes e durante os atos contra o World Trade Center (WTC) no <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/">11 de Setembro</a>, potencializaram enormemente os efeitos desses “mísseis”. Por causa disso, as Torres Gêmeas acabaram se tornando armas de destruição muito mais potentes do que esperavam e sonhavam os terroristas que as atacaram.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192238346<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>É como se o destino dos 2.753 mortos no WTC, principalmente as quase 1.950 vítimas que estavam nos andares diretamente atingidos pelos aviões ou acima deles, tivesse sido selado um pouco mais de quatro décadas antes dos atentados.</p>
<p>Falhas na disposição das escadas de emergência, na estrutura do prédio, na resposta do governo a ameaças de ataques e no treinamento dos bombeiros e policiais para o caso de uma tragédia são alguns dos elementos que aumentaram a capacidade mortal dos atentados terroristas do 11 de Setembro. <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/saiba+os+fatores+que+ampliaram+a+destruicao+do+11+de+setembro+em+ny/n1597192361410.html">(Conheça os dez problemas que ampliaram o poder de detruição dos ataques)</a></p>
<p>Três perguntas simples: (1) as torres podiam realmente absorver o impacto de um avião em pleno voo?; (2) o sistema anti-incêndio dos prédios mais altos do país era adequado?; (3) havia saídas de emergência suficientes nos edifícios?</p>
<p>Segundo o ex-chefe dos bombeiros de Nova York Vincent Dunn, especialista em incêndios em prédios altos, com mais de 43 anos de experiência em sua área, as respostas para essas perguntas são: não, não e não. “Caso os ataques tivessem sido contra edifícios como o Empire State ou o Chrysler, os prédios não teriam implodido daquela forma”, afirmou Dunn ao <strong>iG</strong>.</p>
</p>
<p><strong>Projeto inovador e falho</strong></p>
<p>A diferença, explica, é que até 1968 todos os edifícios eram construídos com mais concreto do que atualmente, principalmente os espigões. Eles tinham 60% de concreto para 40% de aço. “A estrutura do WTC (110 andares em cada uma das torres) era muito mais frágil, totalmente revolucionária: 60% de aço e 40% de concreto. Isso tornava os prédios mais leves, o que possibilitava que fossem construídos tão alto. Isso, porém, colocava a segurança em segundo plano no caso de um incêndio”, disse.</p>
<p>Esse tipo de construção “revolucionária” estabeleceu uma estrutura que dificultou a tentativa dos civis de sair das Torres Gêmeas e dos bombeiros de subir para resgatá-los: em vez de ter colunas de concreto a cada dez metros, como em edifícios normais, o WTC concentrava todas as suas no centro do prédio, onde também ficavam os 99 elevadores e as escassas escadas de emergência. Assim, com o centro dos edifícios danificados pelo impacto e subquente explosão dos aviões, as pessoas nas áreas acima do impacto e mesmo nos andares atingidos ficaram praticamente sem rotas de fuga.</p>
<p>Segundo Dunn, ao redor da área central das torres, predominavam aço e vidro. “A parte externa dos andares praticamente não tinha concreto. Isso explica a rápida implosão de cada uma das torres (que desmoronaram de oito a dez segundos) depois dos ataques”, afirmou Dunn.</p>
<p>Apesar de cada uma das torres ter 110 andares e capacidade de lotação superior a 15 mil pessoas, cada uma tinha apenas três escadas de emergência &#8211; e todas muito próximas para economizar espaço e aumentar a rentabilidade dos prédios. Os elevadores provaram ser seguros e não despencaram, porém as portas eram tão hermeticamente trancadas que dificultaram, e em certos casos impossibilitaram, o salvamento de vítimas que ficaram presas dentro deles.</p>
<p>Além disso, houve falhas no sistema automático anti-incêndio do WTC e nunca foi feita uma simulação de incêndio para treinar uma retirada completa das Torres Gêmeas. “É impensável que dois dos prédios mais altos do mundo nunca tivessem realizado um exercício completo e com sucesso de esvaziamento”, denuncia o livro “102 Minutos &#8211; A História Inédita da Luta Pela Vida nas Torres Gêmeas”, dos jornalistas Jim Dwyer e Kevin Flynn.</p>
</p>
<p>Sem rotas de fuga para baixo, mesmo aqueles que tivessem a esperança de ser resgatados por helicópteros foram impedidos: as portas que davam acesso ao topo dos edifícios estavam trancadas pelo temor dos administradores de que a cobertura fosse usada para suicídios. De qualquer forma, mesmo se tivessem conseguido chegar lá, teriam suas expectativas frustradas pelo fato de que nenhum helicóptero conseguiu pousar por causa da densidade da fumaça.</p>
<p><strong>Erros de inteligência</strong></p>
<p>Mais graves que as falhas no projeto das Torres foram provavelmente os erros cometidos pelo governo e pela <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/morte+de+bin+laden+expoe+nova+inteligencia+apos+11+de+setembro/n1597138432149.html">inteligência americanos</a>, que eventualmente poderiam ter frustrado os ataques se tivessem agido diferentemente.</p>
<p>A Comissão de Investigação do 11 de Setembro, aberta pelo Congresso Americano, e a pesquisa independente que se tornou o livro “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até o 11/9”, que rendeu ao jornalista americano Lawrence Wright o Prêmio Pulitzer de não-ficção em 2007, apontam enormes problemas de comunicação entre a CIA e o FBI em relação a investigações e ameaças da rede terrorista Al-Qaeda.</p>
<p>De acordo com a comissão, o próprio governo federal americano faltou gravemente com os seus cidadãos ao não dar atenção a essas ameaças. Segundo seu relatório final, “George W. Bush e outros membros do governo receberam, mais de um mês antes dos ataques &#8211; em 6 de agosto de 2001 -, um relatório chamado &#8216;Bin Laden Determinado a Atacar em Solo Americano’”. Detalhe: os atentados foram elaborados, planejados e postos em prática durante um período de dois anos dentro dos EUA.</p>
<p><strong>Falhas no salvamento</strong></p>
<p>Muitas das falhas nos trabalhos de resgate no 11 de Setembro foram repetições dos que ocorreram oito anos antes, em 26 de fevereiro de 1993, quando terroristas explodiram um caminhão carregado de bombas no subsolo da Torre Norte do WTC.</p>
<p>Os <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/falha+em+radios+e+peso+extra+selaram+destino+de+bombeiros+no+11+de+setembro/n1597188058963.html">rádios dos bombeiros não funcionaram na maior parte do tempo</a>, impedindo a vital comunicação entre aqueles que subiam em direção aos incêndios e os que administravam as equipes no lobby dos edifícios. Esses rádios usavam frequências diferentes das usadas pelos policiais, desperdiçando informações importantes.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192240023<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>Além disso, os bombeiros carregavam muito peso, impedindo que subissem as escadas com rapidez. E, finalmente, as equipes de saúde e ambulâncias não estavam preparadas para um evento daquela magnitude, não sabendo onde estacionar os veículos e como exatamente se mover em meio ao caos.</p>
<p>É preciso, porém, reconhecer que alguns aprimoramentos na segurança das torres foram feitos nos anos seguintes ao ataque de 1993: os administradores modernizaram as escadas de incêndio, adicionando iluminação de emergência com baterias extras e fita fosforescente nos degraus para o caso de um apagão.</p>
<p>Um sistema de som foi instalado em todo o edifício para informar as pessoas para onde deveriam se dirigir no caso de uma emergência (ele, porém, foi danificado pelos aviões e não funcionou no dia dos ataques). Também foram feitas mudanças estruturais no shopping center que ficava no subsolo do WTC. Meia dúzia de lojas foram fechadas e substituídas por corredores para aumentar a área de saída de emergência. Uma outra medida importante de segurança foi fechar a garagem do WTC para o público.</p>
<p>É possível comparar a queda das torres com o acidente que afundou o navio Titanic em 1912. Dois terços dos 2.227 passageiros do Titanic morreram, mesmo quando o navio levou mais de três horas para afundar. Investigadores descobriram que as principais causas de tantas mortes foram: pouca preparação para o caso de um acidente, problemas graves de comunicação a bordo, confusão durante o processo de salvamento e um número inadequado de barcos salva-vidas.</p>
<p>Dez anos depois dos ataques, o Departamento de Bombeiros, o Departamento da Polícia e a prefeitura de Nova York dizem <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/apos+11+de+setembro+equipes+de+emergencia+melhoraram+comunicacao/n1597187580754.html">estar infinitamente melhor preparados</a> para o caso de um ataque ou um grande incêndio parecidos com os do 11 de Setembro. “Lições foram aprendidas e providências foram tomadas para melhorar o treinamento dos nossos homens em caso de emergências”, afirmou Francis Gribbon do corpo de bombeiros de Nova York.</p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/09/5af6afaee8grhv9f.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/projeto de torres gemeas contribuiu para mortes no 11 de setembro/n1597192291128.html" title="Projeto de Torres Gêmeas contribuiu para mortes no 11 de Setembro">Projeto de Torres Gêmeas contribuiu para mortes no 11 de Setembro</a></p>
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		<title>Tufão Talas deixa mortos e rastro de destruição no Japão</title>
		<link>http://www.princesanews.com/coluna/1036600-tufao-talas-deixa-mortos-e-rastro-de-destruicao-no-japao</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Sep 2011 13:54:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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<p>iG São Paulo</p>
<p>Carolina Cimenti, de Nova York, especial para o iG</p>
<p>Falhas nos procedimentos de resgate também aumentaram poder de ataques, que não foram frustrados por erros de inteligência e do governo
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/8e/fp/rk/8efprkxfm5cq5k6htx8grhv9f.jpg" /></p>
<p>Foto: AFP</p>
<p>Não há dúvidas de que o emprego de aviões comerciais como mísseis contra duas das estruturas mais altas do planeta construídas pelo homem teriam como consequência ataques mortais e disseminação do pânico. Mas uma <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/saiba+os+fatores+que+ampliaram+a+destruicao+do+11+de+setembro+em+ny/n1597192361410.html">série de erros dos construtores, do governo, da inteligência e das equipes de resgate</a>, antes e durante os atos contra o World Trade Center (WTC) no <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/">11 de Setembro</a>, potencializaram enormemente os efeitos desses “mísseis”. Por causa disso, as Torres Gêmeas acabaram se tornando armas de destruição muito mais potentes do que esperavam e sonhavam os terroristas que as atacaram.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192238346<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>É como se o destino dos 2.753 mortos no WTC, principalmente as quase 1.950 vítimas que estavam nos andares diretamente atingidos pelos aviões ou acima deles, tivesse sido selado um pouco mais de quatro décadas antes dos atentados.</p>
<p>Falhas na disposição das escadas de emergência, na estrutura do prédio, na resposta do governo a ameaças de ataques e no treinamento dos bombeiros e policiais para o caso de uma tragédia são alguns dos elementos que aumentaram a capacidade mortal dos atentados terroristas do 11 de Setembro. <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/saiba+os+fatores+que+ampliaram+a+destruicao+do+11+de+setembro+em+ny/n1597192361410.html">(Conheça os dez problemas que ampliaram o poder de detruição dos ataques)</a></p>
<p>Três perguntas simples: (1) as torres podiam realmente absorver o impacto de um avião em pleno voo?; (2) o sistema anti-incêndio dos prédios mais altos do país era adequado?; (3) havia saídas de emergência suficientes nos edifícios?</p>
<p>Segundo o ex-chefe dos bombeiros de Nova York Vincent Dunn, especialista em incêndios em prédios altos, com mais de 43 anos de experiência em sua área, as respostas para essas perguntas são: não, não e não. “Caso os ataques tivessem sido contra edifícios como o Empire State ou o Chrysler, os prédios não teriam implodido daquela forma”, afirmou Dunn ao <strong>iG</strong>.</p>
</p>
<p><strong>Projeto inovador e falho</strong></p>
<p>A diferença, explica, é que até 1968 todos os edifícios eram construídos com mais concreto do que atualmente, principalmente os espigões. Eles tinham 60% de concreto para 40% de aço. “A estrutura do WTC (110 andares em cada uma das torres) era muito mais frágil, totalmente revolucionária: 60% de aço e 40% de concreto. Isso tornava os prédios mais leves, o que possibilitava que fossem construídos tão alto. Isso, porém, colocava a segurança em segundo plano no caso de um incêndio”, disse.</p>
<p>Esse tipo de construção “revolucionária” estabeleceu uma estrutura que dificultou a tentativa dos civis de sair das Torres Gêmeas e dos bombeiros de subir para resgatá-los: em vez de ter colunas de concreto a cada dez metros, como em edifícios normais, o WTC concentrava todas as suas no centro do prédio, onde também ficavam os 99 elevadores e as escassas escadas de emergência. Assim, com o centro dos edifícios danificados pelo impacto e subquente explosão dos aviões, as pessoas nas áreas acima do impacto e mesmo nos andares atingidos ficaram praticamente sem rotas de fuga.</p>
<p>Segundo Dunn, ao redor da área central das torres, predominavam aço e vidro. “A parte externa dos andares praticamente não tinha concreto. Isso explica a rápida implosão de cada uma das torres (que desmoronaram de oito a dez segundos) depois dos ataques”, afirmou Dunn.</p>
<p>Apesar de cada uma das torres ter 110 andares e capacidade de lotação superior a 15 mil pessoas, cada uma tinha apenas três escadas de emergência &#8211; e todas muito próximas para economizar espaço e aumentar a rentabilidade dos prédios. Os elevadores provaram ser seguros e não despencaram, porém as portas eram tão hermeticamente trancadas que dificultaram, e em certos casos impossibilitaram, o salvamento de vítimas que ficaram presas dentro deles.</p>
<p>Além disso, houve falhas no sistema automático anti-incêndio do WTC e nunca foi feita uma simulação de incêndio para treinar uma retirada completa das Torres Gêmeas. “É impensável que dois dos prédios mais altos do mundo nunca tivessem realizado um exercício completo e com sucesso de esvaziamento”, denuncia o livro “102 Minutos &#8211; A História Inédita da Luta Pela Vida nas Torres Gêmeas”, dos jornalistas Jim Dwyer e Kevin Flynn.</p>
</p>
<p>Sem rotas de fuga para baixo, mesmo aqueles que tivessem a esperança de ser resgatados por helicópteros foram impedidos: as portas que davam acesso ao topo dos edifícios estavam trancadas pelo temor dos administradores de que a cobertura fosse usada para suicídios. De qualquer forma, mesmo se tivessem conseguido chegar lá, teriam suas expectativas frustradas pelo fato de que nenhum helicóptero conseguiu pousar por causa da densidade da fumaça.</p>
<p><strong>Erros de inteligência</strong></p>
<p>Mais graves que as falhas no projeto das Torres foram provavelmente os erros cometidos pelo governo e pela <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/morte+de+bin+laden+expoe+nova+inteligencia+apos+11+de+setembro/n1597138432149.html">inteligência americanos</a>, que eventualmente poderiam ter frustrado os ataques se tivessem agido diferentemente.</p>
<p>A Comissão de Investigação do 11 de Setembro, aberta pelo Congresso Americano, e a pesquisa independente que se tornou o livro “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até o 11/9”, que rendeu ao jornalista americano Lawrence Wright o Prêmio Pulitzer de não-ficção em 2007, apontam enormes problemas de comunicação entre a CIA e o FBI em relação a investigações e ameaças da rede terrorista Al-Qaeda.</p>
<p>De acordo com a comissão, o próprio governo federal americano faltou gravemente com os seus cidadãos ao não dar atenção a essas ameaças. Segundo seu relatório final, “George W. Bush e outros membros do governo receberam, mais de um mês antes dos ataques &#8211; em 6 de agosto de 2001 -, um relatório chamado &#8216;Bin Laden Determinado a Atacar em Solo Americano’”. Detalhe: os atentados foram elaborados, planejados e postos em prática durante um período de dois anos dentro dos EUA.</p>
<p><strong>Falhas no salvamento</strong></p>
<p>Muitas das falhas nos trabalhos de resgate no 11 de Setembro foram repetições dos que ocorreram oito anos antes, em 26 de fevereiro de 1993, quando terroristas explodiram um caminhão carregado de bombas no subsolo da Torre Norte do WTC.</p>
<p>Os <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/falha+em+radios+e+peso+extra+selaram+destino+de+bombeiros+no+11+de+setembro/n1597188058963.html">rádios dos bombeiros não funcionaram na maior parte do tempo</a>, impedindo a vital comunicação entre aqueles que subiam em direção aos incêndios e os que administravam as equipes no lobby dos edifícios. Esses rádios usavam frequências diferentes das usadas pelos policiais, desperdiçando informações importantes.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597192240023<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span>Além disso, os bombeiros carregavam muito peso, impedindo que subissem as escadas com rapidez. E, finalmente, as equipes de saúde e ambulâncias não estavam preparadas para um evento daquela magnitude, não sabendo onde estacionar os veículos e como exatamente se mover em meio ao caos.</p>
<p>É preciso, porém, reconhecer que alguns aprimoramentos na segurança das torres foram feitos nos anos seguintes ao ataque de 1993: os administradores modernizaram as escadas de incêndio, adicionando iluminação de emergência com baterias extras e fita fosforescente nos degraus para o caso de um apagão.</p>
<p>Um sistema de som foi instalado em todo o edifício para informar as pessoas para onde deveriam se dirigir no caso de uma emergência (ele, porém, foi danificado pelos aviões e não funcionou no dia dos ataques). Também foram feitas mudanças estruturais no shopping center que ficava no subsolo do WTC. Meia dúzia de lojas foram fechadas e substituídas por corredores para aumentar a área de saída de emergência. Uma outra medida importante de segurança foi fechar a garagem do WTC para o público.</p>
<p>É possível comparar a queda das torres com o acidente que afundou o navio Titanic em 1912. Dois terços dos 2.227 passageiros do Titanic morreram, mesmo quando o navio levou mais de três horas para afundar. Investigadores descobriram que as principais causas de tantas mortes foram: pouca preparação para o caso de um acidente, problemas graves de comunicação a bordo, confusão durante o processo de salvamento e um número inadequado de barcos salva-vidas.</p>
<p>Dez anos depois dos ataques, o Departamento de Bombeiros, o Departamento da Polícia e a prefeitura de Nova York dizem <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/11desetembro/apos+11+de+setembro+equipes+de+emergencia+melhoraram+comunicacao/n1597187580754.html">estar infinitamente melhor preparados</a> para o caso de um ataque ou um grande incêndio parecidos com os do 11 de Setembro. “Lições foram aprendidas e providências foram tomadas para melhorar o treinamento dos nossos homens em caso de emergências”, afirmou Francis Gribbon do corpo de bombeiros de Nova York.</p>
<p><img src="http://i0.ig.com/bancodeimagens/cb/i3/sz/cbi3szl3zcnooc4s1c3v3w8wg.jpg" /></p>
<p>Foto: AFP</p>
<p>A passagem do tufão Talas pelo sul do Japão deixou pelo menos 26 mortos e 52 desaparecidos, informou nesta segunda-feira a agência de notícias japonesa Kyodo. Além disso, 3,6 mil moradores estão isolados por causa de enchentes, deslizamentos e danos em estradas.</p>
<p><span>_CSEMBEDTYPE_=inclusion&#038;_PAGENAME_=ultimosegundo%2FMiGComponente_C%2FConteudoRelacionadoFoto&#038;_cid_=1597194747539<br />
&#038;_c_=MiGComponente_C</span></p>
<p>Forças de segurança japonesas temem que o número de vítimas ainda aumente nas seis províncias maia afetadas pelo Talas, já que ainda há possibilidade de deslizamentos de terra e pela dificuldade das forças de resgate de chegarem à população.</p>
<p>Segundo a Kyodo, o tufão pode ser o mais devastador do país nos últimos 20 anos. O novo primeiro-ministro japonês, Yoshihiko Noda, afirmou que será feito &#8220;tudo o que for possível&#8221; para resgatar moradores em áreas isoladas e procurar os desaparecidos.</p>
<p>Após atravessar a ilha de Shikoku e o sul da de Honshu, o tufão avança agora pelo Mar do Japão em direção nordeste, enquanto provoca fortes e chuvas em boa parte do arquipélago, onde 38 de 43 províncias se mantêm em alerta. Segundo a Agência Meteorológica do Japão, na manhã desta segunda-feira o Talas registrava ventos de mais de 100 km/h e se deslocava a 15 km/h.</p>
<p>Não houve registro de grandes danos às fábricas japonesas. A empresa Tokyo Electric Power Co. disse que a usina nuclear Fukushima Daiichi, destruída por um tsunami em março e localizada no leste do Japão, não foi afetada pela tempestade.</p>
<p><em>Com EFE</em></p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/09/5af6afaee8grhv9f.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/tufao talas deixa mortos e rastro de destruicao no japao/n1597194465426.html" title="Tufão Talas deixa mortos e rastro de destruição no Japão">Tufão Talas deixa mortos e rastro de destruição no Japão</a></p>
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		<title>Ministério Público quer impedir rodeios em cidades no interior de SP</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 02:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ AE Promotores alegam que acessórios e provas implicam em crueldade contra os animais. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>AE</p>
<p>Promotores alegam que acessórios e provas implicam em crueldade contra os animais. Bezerros de 40 dias são atirados ao chão
</p>
<p>O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) ajuizou hoje duas ações civis públicas para impedir a realização de rodeios em áreas urbanas nos municípios de Santo Antonio do Jardim e Espírito Santo do Pinhal, no interior do Estado. As ações fundamentam que diversos laudos e estudos técnico-científicos demonstraram que o uso de certos acessórios como esporas em provas de montaria provocam danos nos animais, além de dor e sofrimento.</p>
<p>Os promotores alegam que ficou comprovado, pelos mesmos estudos, que várias provas realizadas nos rodeios impõem crueldade contra os animais com destaque para a modalidade &#8220;calf roping&#8221;, em que bezerros com 40 dias de vida são lançados e tracionados no sentido contrário ao que correm, e na sequência são erguidos pelos peões e atirados violentamente ao solo com três patas amarradas por meio de movimentos bruscos, causando sérias lesões em suas colunas e até a morte dos animais.</p>
<p>Os organizadores dos eventos sustentariam a prática dos rodeios como manifestação cultural brasileira, mas segundo a ação diversas modalidades realizadas são importadas da cultura norte-americana, incluindo os nomes das provas. A Promotoria de Justiça contesta ainda o argumento de que os rodeios representariam importante movimentação para a atividade econômica das cidades pois, segundo os dados oficiais, os shows musicais seriam o maior captador do grande público para as festas.</p>
</p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/ministerio publico quer impedir rodeios em cidades no interior de sp/n1597129368904.html" title="Ministério Público quer impedir rodeios em cidades no interior de SP">Ministério Público quer impedir rodeios em cidades no interior de SP</a></p>
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		<title>Nos EUA, casas de bonecas para crianças podem ter preço de adulto</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2011 14:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ The New York Times Mesmo com economia em crise, americanos gastam milhares de dólares em espaço para filhos brincarem Foto: NYT Além do open bar à beira da piscina, a principal atração em festas realizadas na casa de John Schiller, um executivo de companhia petrolífera, e sua mulher, Kristi, uma modelo da Playboy que virou blogueira, é a casa de brinquedo de US$ 50 mil (cerca de R$ 77,7 mil) que o casal mandou fazer há dois anos para sua filha, Sinclair, agora com 4 anos de idade. Com coquetéis nas mãos, os hóspedes se abaixam para entrar pela porta de menos de um metro. Lá dentro, eles poderiam ser perdoados por sentir como se tivessem caído no buraco do coelho da Alice. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>The New York Times</p>
<p>Mesmo com economia em crise, americanos gastam milhares de dólares em espaço para filhos brincarem
<p><img src="http://i0.ig.com/fw/ei/qo/lx/eiqolxe8kr5pcdy8g94vi97ww.jpg" /></p>
<p>Foto: NYT</p>
<p>Além do open bar à beira da piscina, a principal atração em festas realizadas na casa de John Schiller, um executivo de companhia petrolífera, e sua mulher, Kristi, uma modelo da Playboy que virou blogueira, é a casa de brinquedo de US$ 50 mil (cerca de R$ 77,7 mil) que o casal mandou fazer há dois anos para sua filha, Sinclair, agora com 4 anos de idade.</p>
<p>Com coquetéis nas mãos, os hóspedes se abaixam para entrar pela porta de menos de um metro. Lá dentro, eles poderiam ser perdoados por sentir como se tivessem caído no buraco do coelho da Alice.</p>
<p>Construída no mesmo estilo da casa da família, a casa de bonecas de dois andares tem 17 metros quadrados e tetos abobadados que vão de 1 a 3 metros de altura, móveis reduzidos a dois terços do tamanho normal, pisos de madeira e uma lareira falsa adornada com um mosaico fantástico.</p>
<p>A pia de aço inoxidável na cozinha tem água corrente e o mini-frigorífico e freezer também em aço inoxidável estão estocados com caixas de suco e picolés. No andar de cima fica uma área de estar com um sofá em tamanho infantil e cadeiras para assistir DVDs na TV de 32 polegadas de tela plana. As janelas, que abrem normalmente, têm telas para impedir a entrada de mosquitos, e são enfeitadas por begônias nos parapeitos. Claro que tudo isso inclui ar-condicionado. Afinal, o Texas é assim.<br />
&#8220;Eu penso nisso como um acessório para o quintal&#8221;, disse Kristi Schiller, 40.</p>
<p>Algumas pessoas podem achar &#8220;ofensivo&#8221; que uma criança tenha uma casa de bonecas mais cara e confortável do que algumas casas reais, admitiu Kristi. Mas para ela isso é uma extensão da casa da família. &#8220;Minha filha a adora&#8221;, disse ela.</p>
<p>Mesmo em uma economia conturbada, aparentemente alguns pais ricos estão dispostos a gastar significativas (se não alarmantes) somas de dinheiro em casas de bonecas que também funcionam como uma espécie de instalação de arte em seu quintal.</p>
<p>Há uma série de empresas e artesãos independentes que constroem casas de boneca que podem custar até US$ 200 mil (R$ 310 mil) e vêm em uma variedade de estilos, incluindo réplicas de casas reais, como a dos Schillers, e outras criações mais fantásticas como navios pirata, casas em árvores e casas de conto de fadas. Muitos destes fabricantes informam que apesar da crise econômica, eles continuam ocupados.</p>
<p>Barbara Butler, uma artista e construtora de casas de boneca de São Francisco, disse que suas vendas aumentaram até 40% este ano, e ela tem o dobro de solicitações para o futuro do que nesta mesma época no ano passado. Além disso, o preço médio das estruturas que ela está sendo contratada para construir mais do que dobrou, de US$ 26 mil para US$ 54 mil (de R$ 40 mil a R$ 83 mil).</p>
<p>&#8220;A infância é uma coisa preciosa e finita&#8221;, disse Butler. &#8220;Uma casa de bonecas especial não é o tipo de coisa que você pode adiar até que a economia fique melhor”.</p>
<p>Da mesma forma, Glen Halliday, que tem uma empresa que constrói casas para crianças em Portland, Maine, disse que tem visto um aumento de 15% anualmente nos lucros mesmo durante a recessão.</p>
<p>&#8220;Temos sido ajudados pela crescente preocupação com a obesidade infantil e a necessidade de brincadeiras mais ativas&#8221;, disse ele. Os negócios tem crescido tão rapidamente que a sua empresa, a Kids Crooked House, recentemente expandiu de um galpão de 100 metros quadrados para um armazém de 300 metros quadrados.</p>
<p>E para aqueles no mercado de casas de boneca, esta é a melhor época.</p>
<p>&#8220;Recebemos um grande número de pedidos nesta época do ano, quando o tempo fica mais quente e as pessoas querem ajudar os seus filhos a brincar no quintal&#8221;, disse Patty Toner, vice-presidente de vendas da Lilliput, em Finleyville, Pensilvânia, uma empresa que vende casas de boneca entre US$ 4 mil e US$ 50 mil (R$ 6,2 mil a R$ 77,7 mil), dependendo do estilo e grau de personalização. Entre as mais vendidas estão uma casa de dois andares em estilo colonial com varanda e alpendre com colunas, e um castelo medieval em miniatura, com torres e passagens secretas.</p>
<p>Tais casas tão arquitetonicamente sofisticadas são geralmente feitas sob encomenda seguindo as especificações dos pais, ou pré-fabricadas e enviadas em partes para montagem pelos próprios pais ou trabalhadores contratados especialmente para isso.</p>
<p>Heather Hach Hearne, uma roteirista de Los Angeles, disse que ela e seu marido, Jason, um diretor de filmes de animação, chamaram um homem para montar a casa que eles compraram no ano passado da Kids Crooked House, que fabrica estruturas caprichosamente tortas que se assemelham a edifícios de desenho animado. A casa de 2 por 3 metros em roxo que eles compraram custa cerca de US$ 2.450 (R$ 3,8 mil).</p>
<p>&#8220;Não queria algo revoltantemente caro, mas não queria nada patético também&#8221;, disse Hearne, 40, que comprou a casa para sua filha de 4 anos, Harper, e seu filho de um ano, Drake.</p>
<p>Ela gostou do fato de a casa ser intencionalmente diferente e torta. &#8220;A casa ia ficar no quintal e passaria a fazer parte da paisagem&#8221;, disse ela. &#8220;Eu queria algo um pouco diferente, que não fosse uma chatice total&#8221;.</p>
<p>Para mobiliar a casa, Hearne comprou uma pequena mesa, cadeiras e um candelabro púrpura, e contratou um homem para levar a eletricidade até a casa, consumindo energia da garagem. Ela também pediu que ele instalasse um piso de azulejos falsos de 99 centavos no chão. &#8220;Eu queria algo parecido com um chão de pedra de castelo&#8221;, explicou ela.</p>
<p>&#8220;Minha filha gosta de brincar e desenhar na casa&#8221;, disse ela. &#8220;Meu filho, neste momento, pensa que é divertido apenas rastejar para dentro e para fora&#8221;.</p>
<p>Dan Burnham, que se aposentou como presidente e diretor executivo da Raytheon, fabricante de sistemas de defesa, em 2003, queria algo elaborado para a casa que divide com sua esposa, Meg, nas Montanhas de Santa Ynez perto de Santa Barbara, na Califórnia. Então ele contratou a Butler de São Francisco para criar uma estrutura específica para o local.</p>
<p>&#8220;Eu queria que os netos tivessem outra razão para nos visitar&#8221;, disse Burnham, 64. &#8220;Além disso, queria ser capaz de ir até lá no domingo de manhã e ler a The New York Times Magazine&#8221;.</p>
<p>A casa de vários andares construída pela Butler em 2007 incorpora três árvores em seu complexo projeto, que inclui um alçapão, um balanço, uma ponte de extensão e escadas sinuosas. Ela também tem um telhado de zinco ondulado, um interior cheio de vigas e janelas feitas de resistente vidro laminado. Ligada à casa da árvore fica uma segunda estrutura que parece um forte, com florões esculpidos e mastros, assim como uma parede de pedra, um poste de bombeiros e um escorregador.</p>
<p>&#8220;Colocamos cadeiras ao redor dela, para que possamos assistir as crianças correrem, subirem e gritarem&#8221;, disse ele. &#8220;É adorável e valeu cada centavo&#8221;. Ele gastou cerca de US$ 248 mil (R$ 385 mil) nas duas estruturas.</p>
<p>Ele ainda não usou a casa para ler suas revistas.</p>
<p>Para aqueles que preferem casas com estética moderna, a Smart Playhouse, uma empresa de Barcelona, oferece criações que lembram o trabalho de arquitetos famosos. O modelo Illinois (US$ 12.485, incluindo a iluminação interior) se parece com o tipo de casa que um pequeno Mies van der Rohe poderia ter colocado em seu quintal.</p>
<p>A empresa foi fundada no ano passado por David Lamolla Kristiansen, um arquiteto dinamarquês que defende que as casas de boneca devem ser mais do que apenas um lugar para as crianças brincarem – elas também devem servir como &#8220;uma peça decorativa” para a casa dos pais.</p>
<p>Mas acrescentar uma peça decorativa ao lar de família pode exigir uma licença de construção ou de adesão a códigos de construção, dependendo de quão grande e decorativa ela for e de onde será construída.</p>
<p>Alan Mowrer, o proprietário da La Petite Maison, de Denver, construiu a casa dos Schillers em Houston, assim como uma outra casa extravagante no rancho do casal em Millican, Texas. Ele constrói cerca de 12 casas como estas por ano para clientes de todo o país e cobra de US$ 9 mil a US$ 75 mil (R$ 13,9 mil a R$ 116 mil).</p>
<p>&#8220;Em Los Angeles, qualquer coisa acima de 2 por 2 precisa de uma base&#8221;, disse Mowrer. &#8220;Mas se você construir no meio de Missouri, pode fazer quase tudo o que quiser&#8221;.</p>
<p>No início deste ano, Katie Lagana, 37, e Mateus Aubin, 36, um casal em Milford, Connecticut, compraram uma casa amarela para sua filha de 6 anos, Penny, e seu filho de 5 anos, Oliver. Eles gastaram US$ 3.400 (R$ 5,2 mil) nela – um valor considerável para Lagana, que trabalha como diretora de marketing de uma editora, e Aubin, um pai que fica em casa.</p>
<p>Mas a diversão das crianças, disse Lagana, não tem preço.</p>
<p>&#8220;É o centro da atividade e a atração principal quando eles convidam colegas para vir em casa&#8221;, disse ela. &#8220;Eles fingem fazer tortas e abrem uma clínica veterinária com todos os animais de pelúcia”.</p>
<p>Como muitos pais que compram casas de bonecas, seja qual for o preço, Lagana disse que seu objetivo era inspirar seus filhos a brincar no quintal e fomentar a sua criatividade. &#8220;Quando jogam um videogame, as crianças fazem o que ele lhes diz para fazer&#8221;, disse ela. &#8220;Uma casa de bonecas os obriga a usar sua imaginação.&#8221;</p>
<p><em>Por Kate Murphy</em><br />
 </p>
</p>
<p><img src="http://i0.ig.com/fw/ei/qo/lx/eiqolxe8kr5pcdy8g94vi97ww.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/nos eua casas de bonecas para criancas podem ter preco de adulto/n1597095408622.html" title="Nos EUA, casas de bonecas para crianças podem ter preço de adulto">Nos EUA, casas de bonecas para crianças podem ter preço de adulto</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8216;União do povo faz a reconstrução de São Luiz do Paraitinga&#8217;</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jul 2011 13:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Fernanda Simas, iG São Paulo Um ano e meio após ser destruída por fortes chuvas, cidade está sendo reconstruída e turistas começam a voltar Foto: Fernanda Simas, iG São Paulo “São Luiz perdeu parte de seus casarões, mas não perdeu sua cultura. Perdeu parte de sua igreja, mas não perdeu sua fé]]></description>
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<p>Fernanda Simas, iG São Paulo</p>
<p>Um ano e meio após ser destruída por fortes chuvas, cidade está sendo reconstruída e turistas começam a voltar
<p><img src="http://i0.ig.com/fw/a3/ox/xk/a3oxxktlmz1d80ar7h4fyikii.jpg" /></p>
<p>Foto: Fernanda Simas, iG São Paulo</p>
<p>“São Luiz perdeu parte de seus casarões, mas não perdeu sua cultura. Perdeu parte de sua igreja, mas não perdeu sua fé. A união desse povo é que faz a reconstrução”. A frase do diretor de turismo de São Luiz do Paraitinga (170 quilômetros de São Paulo), Eduardo de Oliveira Coelho – chamado pelos moradores de Dudu –, resume o cenário que a reportagem do <strong>iG</strong> encontrou ao percorrer a cidade de 11 mil habitantes um ano e meio depois da enchente que atingiu e destruiu parte do município.</p>
</p>
<p>Na véspera do Ano Novo de 2010, choveu 200 milímetros na cidade, o equivalente ao esperado para um mês, causando o transbordamento do rio Paraitinga – Águas Claras em tupi-guarani – que subiu 12 metros. Pontes foram inundadas. No dia 1º de janeiro, o centro histórico amanheceu debaixo d´ água. A Igreja Matriz São Luiz de Tolosa – principal ponto turístico local – desmoronou e outras 82 construções históricas foram afetadas, sendo que 30 ficaram totalmente destruídas. Até hoje é possível ver a marca que a água deixou nas paredes das residências.</p>
</p>
<p>A reconstrução de toda cidade tem a ajuda dos governos estadual e federal, que juntos forneceram cerca de R$ 200 milhões a São Luiz do Paraitinga, sendo que pouco mais de R$ 100 milhões já foi investido nas obras, que devem respeitar algumas normas. Dos 437 imóveis datados dos séculos 18 e 19 que fazem parte do Centro Histórico da cidade e são tombados desde 1982 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), 65 sofreram algum dano e 18 foram arruinados. Eles deverão ser reconstruídos, mas sua arquitetura original – feita a partir de 1850, época do ciclo do café – deve ser preservada.</p>
<p>“Hoje quem vem para o centro já pode ver os casarões em pé e a pintura nova dá um tom de alegria”, diz o diretor de turismo, com um grande sorriso no rosto. E o motivo da alegria é comprovado em números: 90% da infraestrutura da cidade foi recuperada, isso inclui a construção das barreiras de contenção do rio e a reconstrução de pontes e das entradas da cidade. Com relação ao patrimônio material, o processo é um pouco mais lento, mas 50% das construções já foram totalmente restauradas.</p>
<p>Ainda em 2010 foi instalado um sistema de alarme para evitar novas tragédias. Sensores colocados no rio Paraitinga enviam informações sobre variações do nível da água e da temperatura para Taubaté e, se necessário, o alarme soa pelo menos seis horas antes de qualquer catástrofe acontecer. Além disso, obras de desassoreamento, recuperação de nascentes e aumento da calha do rio estão sendo feitas.</p>
<p>As famílias que perderam suas casas e estavam em áreas de risco foram retiradas dos topos de morros ou margens do rio e levadas para moradias da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). Foram 151 sobrados construídos, com 54 metros quadrados, dois quartos e garagem cada. As paredes de concreto são revestidas de material PVC, o que melhora o isolamento acústico e térmico. Antes de essas moradias estarem prontas, cada família desabrigada recebeu da prefeitura um auxílio-moradia de R$ 300 mensais.</p>
<p>Todos os projetos para a reconstrução da cidade estão concentrados no Ceresta (Centro de Reconstrução e Desenvolvimento Sustentável) de São Luiz do Paraitinga, criado após as enchentes e que reúne bases do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), do Condephaat, do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) e de universidades, como a Unesp, além de departamentos de cultura, agricultura e planejamento. Com isso, trâmites que levavam dias por depender da aprovação de algum desses órgãos agora levam horas.</p>
<p>O trabalho para recuperar São Luiz começou logo após a tragédia. Quando a água baixou, o cenário que se viu foi uma cidade cheia de lixo, barro e destroços. Cerca de 100 pessoas trabalharam diariamente na limpeza das ruas e na desobstrução de vias, enquanto 14 caminhões eram encarregados de levar o entulho para o aterro sanitário da cidade. Atualmente, são mais de mil trabalhadores atuando na reconstrução.</p>
<p>Em setembro, a Capela das Mercês vai ser reinaugurada. Construída em 1813 em estilo colonial, não suportou a cheia do rio e ficou encoberta pela água. Os luizenses estão empenhados no trabalho e, segundo Coelho, &#8220;contam muitas histórias, tristes, alegres ou divertidas, sobre a cidade do povo que se orgulha de ser caipira.&#8221;</p>
<p><strong>Mudanças na rotina<br />
</strong></p>
<p>O proprietário da Cia. de Rafting, João Eduardo do Espírito Santo, de 42 anos, diz que mudou os antigos hábitos depois de perder quase tudo na tragédia. Ele só conseguiu salvar roupas, alguns aparelhos eletrônicos e equipamentos de trabalho. “Não vejo mais TV, não tenho tudo mobiliadinho como antes. Isso perdeu o valor”, enfatiza.</p>
<p>José Roberto da Silva, de 48 anos, proprietário do restaurante Cantinho dos Amigos desde os anos 1990, conta que precisou diminuir os preços pela metade e os turistas só voltaram a frequentar o local depois de seis meses do início da reconstrução da cidade. Mesmo assim, ele afirma que o público mudou. “A cidade está diferente. São Luiz deixou de ser um local interessante para ser um local de piedade.”</p>
<p>Ele explica que, apesar dessa impressão, sente que os moradores passaram a dar mais valor à vida. “O que você arrecada, junta a vida inteira, pode acabar em um minuto. O que me manteve em pé no mercado foi o povo luizense. Senti um calor humano muito maior.”</p>
<p><strong>Depois da tragédia, o crescimento</strong></p>
<p>A primeira cidade planejada do Estado de São Paulo, com ruas retas e bairros em retângulos perfeitos, é palco de 26 festas, entre elas o tradicional carnaval de rua com marchinhas, a festa do Saci Pererê e a Festa do Divino. A cidade recebia cerca de 400 mil turistas por ano, número que caiu quase 50% depois da tragédia.</p>
<p>Segundo o diretor de turismo Eduardo de Oliveira, a redução não foi maior porque algumas pessoas eram atraídas pela tragédia e passavam pela cidade para fotografar as ruínas das construções históricas. Mas, ele acredita que o número de turistas deve voltar a crescer. “A recuperação já acontece. Em um ou dois anos voltaremos ao que éramos. Nesse carnaval [2011] já recebemos cerca de 20 mil turistas”. Nos carnavais anteriores à tragédia, o número de visitantes chegava a 150 mil.</p>
<p>Ele lembra que os prejuízos com a enchente foram enormes, mas acredita que a reconstrução está possibilitando que a cidade cresça o que não cresceria por conta própria, afinal agora conta com ajuda federal e estatal. “A cidade está mais equipada, a infraestrutura vai crescer. A tragédia foi muito negativa, mas possibilitou ter aparatos como se fosse uma compensação.”</p>
<p>Além da reconstrução dos casarões e locais atingidos pela enchente, a cidade vai ganhar uma praça de eventos, um centro de informações turísticas e os fios serão aterrados, com o objetivo de trazer de volta o cenário do século passado.</p>
<p><strong>Caipira Filósofo</strong></p>
<p>O artesão Benito Euclides, 59 anos, nasceu em São Luiz do Paraitinga e é famoso no local por criar poesias e marchas para o carnaval. Três anos antes da tragédia, uma de suas poesias anunciava um possível desastre natural. “Aqui a gente literalmente tem tempo para ver o tempo. Eu percebia as mudanças climáticas e achava que algo iria acontecer”, explica Benito, com um certo ar de mistério. “As tempestades eram mais fortes, o comportamento do rio era diferente, então escrevi uma poesia sobre isso.”</p>
<p>A Lenda da Cobra Grande, misturada com um sonho que teve, virou poesia. Diz que uma mulher aborta e joga o feto no rio Paraitinga. Ele se transforma em cobra, cresce e engole os pescadores que ficam nas margens. Os pescadores matam a cobra, deixam a cabeça na Igreja Matriz e o rabo na Igreja do Rosário. Se houvesse alguma intercorrência, a cidade seria destruída.</p>
<p>Em uma noite, Benito tem um pesadelo e percebe que o trajeto do rio se parece com uma cobra e que, de fato, destruiu a cidade. Isso bastou para a poesia surgir e cair no gosto dos luizenses.</p>
<p><strong>O sino precisa bater</strong></p>
<p>Ao olhar para a estrutura montada no espaço da Igreja Matriz que ruiu durante a enchente, um pequeno anexo de madeira chama a atenção. Às seis horas da tarde, um homem sobe as pequenas escadas e badala o sino que fica ali suspenso. O mesmo procedimento ocorre às 6 horas. O motivo: muitos luizenses contavam a funcionários da prefeitura que continuavam ouvindo o sino bater nesses horários, mesmo ele não estando mais ali – já que caiu junto com a igreja.</p>
<p>Depois de tomar conhecimento do fato, a prefeitura improvisou um espaço para colocar o sino de volta na praça e ele voltou a bater regularmente todas as manhãs e finais de tarde.</p>
<p><strong>A reconstrução só termina com igreja erguida</strong></p>
<p>Ao passar pelo local em que se encontrava a Igreja Matriz de São Luiz do Tolosa, no centro histórico, só é possível ver duas colunas que permaneceram em pé, o piso de pedras, uma parte do púlpito e alguns objetos que foram resgatados, como imagens de santos. Uma grande caixa de acrílico exibe milhares de pregos que estavam em sua estrutura, pois na época de sua construção (1772) não eram usados parafusos.</p>
<p>Uma cobertura provisória serve como proteção para esses objetos e para as pessoas que trabalham todos os dias para reconstruir o principal ponto turístico da cidade. Ao mesmo tempo, quem nunca tinha visto a igreja antes pode ter uma ideia de como era o seu formato, estilo neoclássico com elementos do barroco.</p>
<p>Ela era feita de taipa de pilão – técnica bandeirista que intercalava madeira e barro – e deve levar de dois a três anos para ser reconstruída, preservando as características originais, mas usando concreto e alvenaria também, para ser mais resistente a enchentes. “A igreja era feita de barro. Com a enchente, o material hidratou e desmoronou”, explica o diretor do turismo.</p>
<p>Com um investimento de R$ 13 milhões, essa é a principal obra de reconstrução de São Luiz do Paraitinga. “Você pode ter certeza de que só vamos fincar a bandeira da reconstrução aqui quando a Matriz estiver em pé novamente”, ressalta Eduardo de Oliveira.</p>
<p>
 </p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/07/956edec8fefyikii.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/uniao do povo faz a reconstrucao de sao luiz do paraitinga/n1597056496480.html" title="'União do povo faz a reconstrução de São Luiz do Paraitinga'">&#8216;União do povo faz a reconstrução de São Luiz do Paraitinga&#8217;</a></p>
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		<title>Cinzas de vulcão chileno chegam à província de Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 05:49:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ BBC Brasil Voos para o Brasil são suspensos. Cinzas devem chegar à capital argentina nesta terça As cinzas do vulcão chileno Puyehue chegaram nesta segunda-feira ao sul da província argentina de Buenos Aires e devem alcançar nesta terça à capital da Argentina, informou o Serviço de Metereologia Nacional (SMN)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>BBC Brasil</p>
<p>Voos para o Brasil são suspensos. Cinzas devem chegar à capital argentina nesta terça
</p>
<p>As cinzas do vulcão chileno Puyehue chegaram nesta segunda-feira ao sul da província argentina de Buenos Aires e devem alcançar nesta terça à capital da Argentina, informou o Serviço de Metereologia Nacional (SMN).</p>
<p>Buenos Aires está a mais de mil quilômetros do fenômeno natural, no sul do Chile. O vulcão Puyehue, que forma parte da cadeia Puyehue-Cordón Caulle, perto da fronteira com a Argentina, entrou em erupção no sábado, e grandes colunas de fumaça podiam ser vistas de longe. &#8220;As cinzas foram registradas nesta segunda nas províncias de Mendoza e La Pampa e avançaram entrando também na cidade de Bahia Blanca, na província de Buenos Aires. Elas vão continuar seu curso e esperamos que a nuvem passe sobre a capital federal&#8221;, disse o gerente do SMN, Luis Rosso. Segundo ele, a tendência é que as cinzas vulcânicas percam a força e cheguem &#8220;quase imperceptíveis&#8221; na cidade de Buenos Aires.</p>
<p>No entanto, o Conselho Provincial de Emergências (CPE) solicitou aos moradores de cidades afetadas que tomem precauções, como o uso de máscaras para evitar problemas respiratórios.</p>
<p><strong>Voos cancelados</strong></p>
<p>Ao mesmo tempo, a agência de aviação civil determinou o fechamento do aeroporto de Bahia Blanca durante três dias. As principais companhias aéreas suspenderam pelo menos até quinta-feira os voos de Buenos Aires para a região da Patagônia, segundo informou a imprensa local. De acordo com a emissora de televisão TN (Todo Noticias), foram suspensos ainda os voos programados entre segunda e terça-feira para destinos como Rio de Janeiro, Santiago, no Chile, Atlanta, San Francisco e Miami, nos Estados Unidos. A medida teria sido adotada devido ao avanço das cinzas sobre o território de Buenos Aires, o que poderia dificultar as operações aéreas.</p>
<p>A Secretaria de Transportes do governo argentino informou que foi organizado um comitê de crise para definir os passos a seguir junto com o Serviço de Meteorologia, a Aviação Civil e companhias áreas, entre outros envolvidos. O objetivo é informar, a cada duas horas, a situação dos aeroportos e dos voos.</p>
<p>A nuvem de cinzas atingiu fortemente as localidades argentinas de Bariloche, Villa Angostura e San Martín de los Andes, que tiveram casas e avenidas cobertas por fuligem. Por precaução, as aulas foram suspensas e, no caso de San Martín de los Andes, autoridades locais determinaram o racionamento de água e de energia elétrica e pediram que as pessoas ficassem dentro de suas casas.</p>
<p><strong>Avalanche          </strong></p>
<p>No Chile, a possibilidade de chuvas na região do complexo vulcânico, prevista pelo serviço de meteorologia, preocupou autoridades locais que temem novos movimentos das cinzas do fenômeno natural. &#8220;Se chover existe a possibilidade de avalanche (do vulcão)&#8221;, disse o prefeito da região dos Ríos, Juan Andrés Varas. É nessa região que fica o complexo vulcânico. Segundo ele, a previsão de chuvas deverá levar à ampliação da área evacuada, forçando o deslocamento de mais moradores e turistas.</p>
<p>Especialistas ouvidos pelo jornal La Tercera, de Santiago, indicaram que as cinzas não são tóxicas. &#8220;As cinzas são de pedra, de um material que não gera risco à saúde&#8221;, disse Gabriel Vargas, do departamento de geologia da Universidade do Chile. Mas o governo chileno mantém alerta máximo para a região do vulcão e ainda não há previsão de quando, exatamente, a situação será normalizada.</p>
</p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/cinzas de vulcao chileno chegam a provincia de buenos aires/n1597010056685.html" title="Cinzas de vulcão chileno chegam à província de Buenos Aires">Cinzas de vulcão chileno chegam à província de Buenos Aires</a></p>
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		<title>Erupção de vulcão desloca mais de 3,5 mil pessoas no Chile</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 01:48:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[ iG São Paulo Chuva de cinzas atingiu Bariloche, na Argentina, e cidade teve que fechar seu aeroporto Foto: Reuters A erupção de um vulcão no sul do Chile levou o governo a retirar mais de 3,5 mil pessoas da região para levá-las para abrigos. O vulcão Puyehue, que forma parte da cadeia Puyehue-Cordón Caulle, perto da fronteira com a Argentina, entrou em erupção neste sábado e grandes colunas de fumaça podiam ser vistas de longe]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<p>iG São Paulo</p>
<p>Chuva de cinzas atingiu Bariloche, na Argentina, e cidade teve que fechar seu aeroporto
<p><img src="http://i0.ig.com/fw/3h/4y/op/3h4yopaq4gl0exk6yo56jo3s7.jpg" /></p>
<p>Foto: Reuters</p>
</p>
<p>A erupção de um vulcão no sul do Chile levou o governo a retirar mais de 3,5 mil pessoas da região para levá-las para abrigos. O vulcão Puyehue, que forma parte da cadeia Puyehue-Cordón Caulle, perto da fronteira com a Argentina, entrou em erupção neste sábado e grandes colunas de fumaça podiam ser vistas de longe. </p>
<p>Testemunhas falaram de um forte cheiro de enxofre e uma dezena de pequenos terremotos foram registrados antes do início da erupção. </p>
<p>As autoridades chilenas tinham divulgado um alerta vermelho para a região, o nível máximo de alerta. </p>
</p>
<p>O ministro do Interior, Rodrigo Hinzpeter, afirmou que este foi um episódio de atividade vulcânica importante. &#8220;Já temos uma coluna de fumaça de dez quilômetros de altura. Inclusive, temos informações de que já está chegando à Argentina&#8221;, disse. </p>
<p>A cidade argentina de Bariloche foi afetada por uma intensa chuva de cinzas devido à atividade do vulcão Puyehue. O aeroporto foi fechado e  moradores da região do vulcão que não foram retirados, receberam  recomendação para ficar em casa.</p>
<p>A Prefeitura pediu aos moradores que mantenham a calma, economizem água e permaneçam em suas casas porque a chuva de cinzas pode prolongar-se por muito tempo. Recomendou também, em caso de necessidade, a utilização de máscaras.</p>
<p>O Puyehue tem 2.240 metros de altura e fica na Cordilheira dos Andes. Sua última erupção ocorreu em 1960, ano em que aconteceu na região um terremoto de 9,5 graus Richter, o mais forte registrado até agora no mundo todo. </p>
<p><em>* Com informações da BBC Brasil e da EFE</em></p>
</p>
<p><img src="http://www.princesanews.com/wp-content/uploads/2011/06/2bf4487b586jo3s7.jpg-602x376.jpg" /></p>
<p>Ref:<br />
<a target="_blank" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/erupcao de vulcao desloca mais de 35 mil pessoas no chile/n1597003442667.html" title="Erupção de vulcão desloca mais de 3,5 mil pessoas no Chile">Erupção de vulcão desloca mais de 3,5 mil pessoas no Chile</a></p>
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